Conheça os riscos de se fazer saque sem cartão em caixas eletrônicos

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O saque sem cartão em caixas eletrônicos sem dúvida é uma grande praticidade que a tecnologia nos trouxe. No entanto, é preciso ficar atento aos vários riscos que as novas formas de sacar dinheiro trazem. Conforme especialistas em segurança da informação, a tecnologia de biometria e os smartphones apresentam muitas vulnerabilidades que tornam o saque sem cartão em caixas eletrônicos ainda mais arriscado do que o saque tradicional.

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No Brasil, diversos bancos já permitem acesso a caixas eletrônicos por impressão digital, com a possibilidade de se fazer transferências e saques. Sendo assim, confira nessa matéria os riscos de se fazer saque sem cartão em caixas eletrônicos e como minimizá-los.

Como funciona o saque sem cartão em caixas eletrônicos?

Uma das principais formas de se fazer saque sem cartão em caixas eletrônicos é por impressão digital (biometria). Banco do Brasil, Santander e Itaú, por exemplo, são bancos que oferecem esse tipo de acesso. Dessa forma, o cliente pode acessar a conta bastando somente encostar o dedo no sensor do caixa eletrônico. No caso específico do Itaú, o cliente pode, mesmo no acesso com cartão, usar a impressão digital no lugar da senha. Por outro lado, o Bradesco usa uma tecnologia bastante diferente: um scanner de mão verifica o padrão das veias para liberar o acesso.

No entanto, os serviços costumam ser mais limitados quando o acesso é feito sem cartão. Por exemplo, nos saques, o valor máximo permitido tende a ser menor; enquanto que os empréstimos não são permitidos.

Quais são os riscos do saque sem cartão em caixas eletrônicos?

Primeiramente, há estudos comprovando que a biometria infelizmente não à prova de fraudes. Em 2016, pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan provaram ser possível copiar impressões digitais usando fotografias em alta resolução. Dessa forma, os leitores de impressões digitais seriam menos seguros do que outras formas de biometria (como leitura de veias, de íris etc). No entanto, os leitores de digitais acabando sendo mais usados por serem mais fáceis de usar e mais baratos para os bancos.

Por outro lado, no caso de caixas eletrônicos com acesso por smartphone, o risco está no aparelho utilizado. Caso o cliente não coloque proteções suficientes no aparelho, como senhas difíceis de adivinhar, os criminosos podem fazer saques na rede bancária sem muitas dificuldades. Já no caso de aplicativos de bancos, caso não haja impedimentos ao login em outro aparelho, o golpe pode ser aplicado mesmo se o aparelho não tiver sido roubado.

Formas de proteção

Caso você tenha cadastrado suas digitais junto ao banco, antes de mais nada, saiba se o banco permite usar essa forma de acesso somente com cartão. Assim, não será possível que um criminoso saque valores da sua conta apenas copiando suas digitais ou roubando seu cartão.

Se você fizer seu acesso ao caixa eletrônico por smartphone, garanta que ele possua uma senha forte que apenas você conheça. Senhas formadas por números e caracteres costumam ser mais seguras do que desbloqueio por digitais ou reconhecimento facial. Além disso, também é importante verificar se o aplicativo do banco só pode ser instalado em um único celular por vez. Por fim, recomenda-se que você tenha algum tipo de autenticação presencial na agência quando for liberar acesso em um novo aparelho; afinal a verificação por SMS pode ser facilmente fraudada.

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Imagem: Jub-Job, via Shutterstock.

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