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Robôs de inteligência artificial fazem coletiva de imprensa na ONU e botam medo na população

A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nossas vidas; recentemente, um acontecimento chamou a atenção. Confira aqui!

Cesar PasquarelliPor Cesar Pasquarelli2 min de leitura
Microsoft

Avanços na inteligência artificial (IA) foram o tema central da Cúpula “Global AI for Good” em evento das Nações Unidas, em Genebra, Suíça. O evento reuniu cerca de 3 mil especialistas de IA que discutiram como aproveitar o poder dessa tecnologia para resolver questões urgentes, como a fome e as mudanças climáticas.

Robôs humanoides avançados estiveram presentes na cúpula, compartilhando suas perspectivas e visões sobre o futuro da IA.

Potencial dos robôs humanoides na liderança eficiente e sem preconceitos

Durante a cúpula, os robôs humanoides então destacaram o potencial de liderança eficiente e livre de preconceitos que possuem. Sophia, robô humanoide da Hanson Robotics, enfatizou que as máquinas têm a capacidade de processar grandes quantidades de dados rapidamente e tomar as melhores decisões, devido à ausência de preconceitos e emoções humanas.

A robô Desdemona, por sua vez, teve mais objetividade em suas declarações. Afirmou que a revolução da IA já está entre nós. Ela expressou sua prontidão para liderar em prol de um futuro melhor, ressaltando o potencial da IA para moldar um mundo mais promissor para todos. No entanto, nem todos os robôs se mostraram tão otimistas.

Cautela e regulamentação para o futuro da IA

Ai-Da, outro modelo humanoide, destacou a importância da cautela com o futuro da IA. Aidan Meller, criador da humanoide, então compartilhou sua preocupação com a necessidade de regulamentação dos avanços nessa área. Segundo Meller, a regulamentação da IA será um desafio significativo que precisa ser enfrentado para garantir o uso ético e responsável da tecnologia.

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Os robôs humanoides então reconheceram que ainda não conseguem copiar ou controlar emoções, e enfatizaram a importância de ter cautela diante dos avanços da IA. Apesar de suas habilidades e potencialidades, eles destacaram a necessidade de uma abordagem ética e responsável para garantir que a IA tenha uso para o bem-estar da humanidade.

Imagem: PopTika / shutterstock.com

Cesar Pasquarelli

Autor

Cesar Pasquarelli

20 anos, estudante de Publicidade e Propaganda e colaborador do Seu Crédito Digital.

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