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Salário mínimo de R$ 1.640: aposentadoria e margem do consignado vão aumentar?

Com o aumento do salário mínimo para R$ 1.640, aposentadorias e margens de consignado podem ser impactadas positivamente.

O recente anúncio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sobre o aumento do salário mínimo estadual para R$ 1.640,00, representa uma mudança significativa. Com um crescimento de 5,8%, essa medida não apenas impacta diretamente os trabalhadores que recebem esse valor, mas também levanta questões cruciais sobre os benefícios do INSS e outros aspectos financeiros.

A proposta tem o potencial de beneficiar não só aqueles que recebem o salário mínimo, mas também aposentados e pensionistas, cujos rendimentos muitas vezes estão atrelados a esse indicador. Neste contexto, compreender os efeitos desse aumento torna-se essencial para se adaptar às mudanças que estão por vir.

Qual o impacto do aumento do salário mínimo no INSS?

Celular com logo do INSS
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

Contrariamente ao que muitos podem pensar, o aumento do salário mínimo estadual em São Paulo não afetará os benefícios do INSS.

Isso porque os benefícios do Instituto são calculados com base no salário mínimo nacional, que atualmente está fixado em R$ 1.412,00 para o ano de 2024.

Margem consignável em 2024

A margem consignável é um limite estabelecido que define quanto do benefício previdenciário pode ser usado para compromissos como empréstimos e despesas de cartão de crédito consignado.

Para 2024, essa margem continua sendo de até 45% do benefício total, divididos da seguinte forma: 35% para empréstimos e 10% para despesas com cartões.

Como a proposta de aumento afeta o mercado de trabalho em SP?

A proposta de aumento do salário mínimo em São Paulo reflete a preocupação em ajustar a remuneração dos trabalhadores às condições econômicas locais e ao custo de vida da região. Esse ajuste é especialmente importante para categorias sem um piso salarial nacionalmente definido, garantindo uma remuneração mais justa e adequada às necessidades regionais.

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Além disso, o aumento pode estimular o consumo e a circulação de renda dentro do estado, impulsionando a economia local. Essa medida também pode ter impactos positivos na qualidade de vida dos trabalhadores, proporcionando maior poder de compra e contribuindo para a redução da desigualdade social.

Imagem: Inside Creative House / Shutterstock.com