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Segunda-feira mínima: conheça a nova tendência de trabalho que viralizou no TikTok

Essa tendência teve origem nos Estados Unidos, mas chegou a vários países influenciando milhares de trabalhadores. Veja!

Victoria AmaralPor Victoria Amaral2 min de leitura
Homem branco com tablet na mão sorrindo. Prédios ao fundo.

As relações de trabalho e a maneira como os trabalhadores lidam com a rotina em seus empregos estão em constante mudança. Elas se tornam mais populares quando usuários de redes sociais compartilham suas rotinas nas redes sociais, fazendo com elas viralizem. 

A novidade da vez é uma trend do TikTok chamada de “Segunda-feira mínima”. Ela consiste na premissa de que o empregado desempenhe o mínimo de tarefas do trabalho no primeiro dia útil da semana. Veja mais sobre isso. 

Segunda-feira mínima

A nova trend do TikTok surgiu com a americana Marisa Jo Mayers que compartilhava sua rotina na rede social. Ela relata que a segunda-feira sempre a incomodava e, por isso, decidiu não dedicar tanta energia ao trabalho. Assim, mostrava que intercalava o trabalho com momentos de descanso. 

É nesse tipo de atitude que o movimento da segunda-feira mínima se baseia: estimular as pessoas a começarem a semana de trabalho com um ritmo mais reduzido. Além disso, o movimento influencia os trabalhadores a fazerem como Marisa, separando momentos para outras atividades mais prazerosas. 

Questionamentos sobre o trabalho

O novo viral do TikTok mostra como a relação das pessoas com o trabalho vem mudando, principalmente na questão de um cotidiano exaustivo em que se trabalha intensamente todos os dias. 

Antes, a rotina de trabalho cansativa, extenuante e rígida era vista como algo positivo, mas essa visão tem mudado ao longo dos anos. Atualmente, questiona-se se vale a pena trabalhar tanto, principalmente quando os funcionários não usufruem dos frutos de tanta dedicação. 

Mayers, em entrevista ao portal Insider, disse que a insatisfação com as segundas-feiras a fez mudar de trabalho, mas a situação permaneceu igual, mesmo trabalhando como autônoma. 

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Ela afirmou que o problema estava justamente na cultura de trabalho em que estava inserida, que exige do trabalhador perfeccionismo e rapidez na realização das atividades.

Por esse motivo, a americana decidiu espalhar a ideia da segunda-feira mínima e outras pessoas adotaram uma rotina de trabalho mais leve. 

Além da segunda-feira mínima, outros movimentos que discutem as rotinas de trabalho também viralizaram nas redes sociais. Todas eles questionam o sacrifício de funcionários por seus empregos e como isso pode ser mudado. 

Imagem: Insta_photos / Shutterstock.com

Victoria Amaral

Autor

Victoria Amaral

Estudante de Jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

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