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Senador petista assumirá o comando da Petrobras na próxima quinta-feira (26)

Caso o conselho administrativo da empresa aprove, o senador assume o comando da Petrobras no mesmo dia. Saiba mais.

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
CONCURSO PUBLICO

A expectativa é que o Conselho Administrativo aprove amanhã, dia 26 de janeiro de 2023, o nome de Jean Paul Prates (PT-RN) como novo nome no comando da Petrobras. Prates também é senador no Rio Grande do Norte.

Vale destacar que o nome de Prates foi oficializado no dia 12 de janeiro pelo Partido dos Trabalhadores. Desde então, o corpo diretor da estatal analisa o seu currículo para o cargo.

Assim, o primeiro passo para a provação de Prates já aconteceu, com o departamento de compliance da estatal aprovando o seu nome para o comando da Petrobras. Dessa forma, se o processo ocorrer sem complicações, o senador assume o cargo no mesmo dia.

Processo para escolha do novo nome no comando da Petrobras

Para assumir a posição no comando da Petrobras, Prates deve ter aprovação de no mínimo 6 cadeiras do conselho da empresa. Atualmente, a estatal possui 10 cadeiras, visto que Caio Paes de Andrade deixou o cargo na primeira semana de 2023.

Ou seja, para assumir cargo na estatal, o senador deve ter aprovação da maioria. Caso a aprovação do senador ocorra, Prates ocuparia a posição de João Henrique Rittershaussen, presidente interino da empresa brasileira.

Polêmica sobre Jean Paul Prates

Em 30 de dezembro de 2022, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou a indicação de Jean Paul Prates como futuro presidente da Petrobras. No processo, a decisão foi aprovada pela Federação Única dos Petroleiros.

Ainda no período, Prates defendeu que a política de combustíveis deveria ser um assunto relacionado ao Estado. Porém, ele argumentou que esta forma de política não é de intervenção. Em suma, esta prática não foi recorrente no governo anterior.

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Além disso, há a expectativa de que Lula e seu governo revoguem a política de alinhar o valor do combustível no Brasil de acordo com as variações internacionais. Tal política é aplicada desde 2016, no governo de Michel Temer (MDB).

Vale destacar que o senador é responsável por quatro empresas diferentes, sendo estas ligadas às áreas de óleo, gás e petróleo. Conforme a Lei das Estatais, caso Prates seja aprovado, ele precisará se desligar destas companhias, sendo uma condição para assumir a presidência da estatal.

Imagem: Fernando Dias Fotografia / shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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