O empresário Sidney Oliveira, fundador e dono da rede farmacêutica Ultrafarma, voltou ao centro das atenções do Ministério Público de São Paulo (MPSP) após descumprir uma das condições estabelecidas pela Justiça para responder em liberdade ao processo da Operação Ícaro. O não pagamento da fiança de R$ 25 milhões pode resultar em nova prisão preventiva do executivo, que já havia sido detido ao lado do empresário Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop.
O MPSP encaminhou um ofício ao Judiciário paulista pedindo a revogação da liberdade provisória caso a fiança não seja paga. Segundo os promotores, a medida cautelar é essencial diante do elevado poder econômico dos investigados e da gravidade das acusações, que incluem corrupção bilionária no setor fiscal.

