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Taxa do ponto extra: entenda essa novidade da Netflix

Na terça-feira (23), a Netflix começou a informar aos seus assinantes sobre a nova política, que envolve uma taxa extra. Entenda.

Leo GarfinkelPor Leo Garfinkel2 min de leitura
mão apontando controle remoto para televisão aberta na plataforma Netflix

Depois de alguns meses de expectativa, a Netflix finalmente cumpriu a sua ameaça. A gigante do streaming está, oficialmente, iniciando o seu projeto de controle de compartilhamento de senhas. Nesta terça-feira (23), a companhia divulgou que está notificando os assinantes sobre as novas restrições. Entre elas, está a regra que estabelece o uso das contas em apenas uma residência.

Diante disso, não será mais possível compartilhar contas gratuitamente com pessoas que moram em outros lugares. A partir de agora, isso só poderá ser feito mediante ao pagamento de uma taxa.

Taxa do Ponto Extra: Como vai funcionar?

Através do seu comunicado, a Netflix estabeleceu o valor de R$ 13 para cada “ponto” a mais em que o serviço for conectado. Atualmente, os pacotes da empresa no Brasil custam de R$ 18,90 até R$ 55,90.

Caso o usuário opte por pagar essa tarifa, ele poderá transferir para o outro ponto todas as informações do seu perfil, incluindo histórico de visualização e navegação. Para configurar o compartilhamento com outro lugar, o usuário deve selecionar a função “Adicionar Lar”.

A cobrança da taxa vale para qualquer pessoa que não more na casa em que a conta principal está logada. De acordo com a Netflix, esse controle será feito a partir da localização em tempo real dos aparelhos.

Dessa forma, para cada “lar” adicionado, estará liberado o uso em uma quantidade ilimitada de aparelhos, que estejam ligados ao endereço em questão. Contudo, a determinação não vale para dispositivos móveis, como celulares e tablets.

Mais países ganharão a restrição

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Em um comunicado emitido em abril, a Netflix já havia avisado sobre os seus planos de instituir esse sistema em mais países. O controle de compartilhamento já está em vigor em alguns lugares da América Latina, como Argentina, República Dominicana, El Salvador, Guatemala e Honduras, por exemplo.

A medida já funcionava no Chile, Costa Rica e Peru, que foram os primeiros países do mundo a receber a taxa, em março do ano passado. No entanto, as regras de limitação eram diferentes do que as de hoje. Além disso, outras nações do mundo, como Espanha, Portugal, Canadá e Nova Zelândia, também já funcionam com a restrição.

Imagem: CeltStudio/ Shutterstock.com

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