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Tesouro Direto sente impacto de tensão fiscal e externa, prefixados superam 14%

Taxas do Tesouro Direto disparam com tensão fiscal e externa; prefixados passam de 14% ao ano. Entenda.

Fernanda Ramos

O mercado de títulos públicos brasileiros amanheceu mais volátil nesta quarta-feira (16), refletindo o aumento das incertezas fiscais no Brasil, um impasse sobre o IOF e novas tensões comerciais com os Estados Unidos. A combinação desses fatores provocou uma forte alta nas taxas oferecidas pelo Tesouro Direto, com os papéis prefixados superando a marca de 14% ao ano — níveis que não eram vistos há meses.

Por volta do início da tarde, o Tesouro Prefixado 2032 era negociado com retorno anual de 14,04%, enquanto o Prefixado 2035, que paga juros semestrais, chegava a 14,14%. Os títulos indexados à inflação também avançaram, com destaque para o IPCA+ 2045, que subiu para IPCA + 7,24%. A alta das taxas reflete a maior percepção de risco em relação às contas públicas e ao cenário externo.

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Fernanda Ramos

Autor

Fernanda Ramos

Fernanda é graduanda em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com sólida formação em língua portuguesa. Atua na estruturação, revisão e aprimoramento textual dos conteúdos do portal Seu Crédito Digital, garantindo clareza, coesão e qualidade editorial. Apaixonada por comunicação, tem como missão facilitar o acesso à informação com linguagem acessível e confiável.