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Tribunal de Contas da União aprova o edital do leilão do 5G

Para que a velocidade de internet 5G chegue ao celular do brasileiro, as operadoras devem transmitir o sinal de internet por ondas de rádio

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O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou na última quarta-feira (18) o edital do leilão do 5G. Essas regras passaram por análise na sessão do tribunal. Entretanto, após um pedido de vista do ministro Aroldo Cedraz, o pedido foi suspenso. Dessa forma, o prazo de vista deve ser de uma semana. 

Tribunal de Contas da União aprova o edital do leilão do 5G

Em suma, no Twitter, o ministro das Comunicações, Fabio Faria, comemorou o placar do julgamento e disse que o 5G deve deixar o Brasil mais competitivo. De acordo com Faria, as empresas de telecomunicações deve permitir o funcionamento da tecnologia em julho de 2022. Depois da decisão do TCU, o edital vai ser encaminhado para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão que será responsável pelo leilão.

O 5G se trata da 5ª evolução da tecnologia de telefonia móvel. Nesse sentido, além de prometer as maiores velocidades de download (até 20 vezes mais rápido que o 4G), o 5G oferta menor latência. Ou seja, o tempo de resposta entre um comando feito e sua execução é menor. Assim, o consumidor tem acesso a uma conexão mais estável. 

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Como vai ser o leilão?

Em suma, para que toda essa velocidade de internet chegue ao celular do brasileiro, as operadoras devem transmitir o sinal de internet através de ondas de rádio. Entretanto, para não derrubar os sinais de 4G, Wi-Fi, e de TV que já usam as ondas de rádio, o 5G vai precisar de frequências exclusivas. Sendo assim, é como se fosse uma rodovia, onde cada tipo de sinal ocupa uma faixa (frequência) própria. 

Dessa forma, devem ser ofertadas 4 faixas de frequência: uma de 700 MHz, que vai servir para melhorar a cobertura de 4G, e depois o 5G. A outra faixa é uma de 2,3 GHz, que vai servir para melhorar a cobertura de 4G, e depois a de 5G. Além disso, haverá a 3,5 GHz, que é o 5G “puro”, que se volta para o consumidor final. E por fim, a 26 GHz, vai ter o 5G “puro”, direcionado para a banda larga fixa. 

O leilão do 5G não é arrecadatório. Dessa forma, boa parte do valor deve se direcionar para levar a internet para as áreas sem conexão (como pequenas cidades e estradas), e criar uma rede privada para o Governo. As operadoras candidatas ao leilão devem investir:

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Imagem: Marko Aliaksandr / shutterstock.com

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