Fortaleza, a quinta maior cidade do Brasil, possui 42 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) distribuídos por suas seis Secretarias Executivas Regionais (SERs). A capital cearense enfrenta desafios significativos de desigualdade social, com bairros periféricos como Barra do Ceará, Messejana, Jangurussu, Pirambu e Granja Portugal concentrando grande demanda por serviços de assistência social.
Uma característica importante dos CRAS fortalezenses é sua organização por Regionais. A Regional VI, que engloba bairros como Messejana e Jangurussu, costuma ter atendimento mais ágil em comparação com as unidades do Centro. Para quem busca menor tempo de espera, evitar as primeiras horas da manhã nas segundas-feiras também é uma estratégia recomendada.
O horário de funcionamento dos CRAS em Fortaleza é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Uma facilidade disponibilizada pelo INSS local, que pode ser aplicada ao 135, é a opção de callback: ao ligar e encontrar fila de espera, o cidadão pode deixar seu número e receber retorno quando um atendente estiver disponível, evitando longos períodos em espera.
Os trabalhadores rurais que migraram para Fortaleza encontram nos CRAS da cidade o suporte necessário para registrar sua atividade rural anterior no CadÚnico. Isso é importante para fins de aposentadoria rural, já que mesmo morando na capital, o tempo de trabalho no campo pode ser computado para benefícios previdenciários.
Os CRAS de Fortaleza também se destacam pelo trabalho com comunidades de catadores de material reciclável e famílias em situação de rua. Programas específicos foram desenvolvidos para atender essas populações vulneráveis, incluindo busca ativa nos territórios e parcerias com organizações da sociedade civil.
