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Uso de IA: veja o que pode e o que não pode ser feito no Judiciário

O avanço da inteligência artificial (IA) já chegou às rotinas dos tribunais brasileiros, transformando a forma como magistrados produzem minutas, organizam proc

Fernanda Ramos

O avanço da inteligência artificial (IA) já chegou às rotinas dos tribunais brasileiros, transformando a forma como magistrados produzem minutas, organizam processos e redigem sentenças. Diante desse novo cenário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou, em março deste ano, a Resolução 615/2025, que estabelece regras claras sobre o que pode — e o que não pode — ser feito com IA nos tribunais.

O objetivo da regulamentação é permitir que a tecnologia auxilie o trabalho dos juízes sem comprometer a soberania das decisões humanas ou violar direitos fundamentais. A seguir, entenda como a IA está sendo usada, quais são as limitações impostas e os riscos que a norma busca prevenir.

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Fernanda Ramos

Autor

Fernanda Ramos

Fernanda é graduanda em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com sólida formação em língua portuguesa. Atua na estruturação, revisão e aprimoramento textual dos conteúdos do portal Seu Crédito Digital, garantindo clareza, coesão e qualidade editorial. Apaixonada por comunicação, tem como missão facilitar o acesso à informação com linguagem acessível e confiável.

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