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Varejistas comemoram aprovação de taxação de importados

Aprovação da taxação de importados é comemorada por varejistas e entidades, que esperam melhora na competitividade do comércio nacional

Nesta quarta-feira (5), o Senado Federal aprovou a taxação de produtos importados, medida que visa combater a concorrência desleal com o comércio nacional e aumentar a arrecadação de impostos. Assim, a aprovação foi recebida com entusiasmo por parte de varejistas e entidades do setor empresarial, que esperam que a medida traga benefícios para a economia brasileira.

Anteriormente, produtos de até US$ 50 (aproximadamente R$ 265) não sofriam taxação, o que, segundo o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) e outras associações locais, causava uma competição desleal em detrimento dos produtos nacionais. 

No entanto, a nova política aplica um imposto de 20% até esse valor, saltando para 60% acima dele, uma mudança que busca oferecer maior isonomia tributária.

Reação de varejistas e entidades

Diante disso, líderes de várias entidades, incluindo a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), além de 19 outras organizações, assinaram um documento apoiando a taxação. Eles afirmam que a medida é apenas o “primeiro passo rumo à igualdade”, reconhecendo que, apesar do avanço, ainda não soluciona todas as disparidades.

No entanto, alguns especialistas e entidades como o Instituto Livre Mercado (ILM) defendem que as medidas podem ir além, sugerindo uma redução tributária geral que beneficie igualmente o mercado local e o consumidor final.

AliExpress nova taxação
Imagem: Sergei Elagin/ Shutterstock.com

Próximos passos da taxação de importados

Dessa forma, as novas regulamentações de importação são um tema ainda quente e em discussão, prometendo evoluir conforme os ajustes necessários para atender às nuances do mercado e das necessidades dos consumidores brasileiros em uma economia cada vez mais digital.

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Enfim, após aprovação do Senado, devido a algumas mudanças, a proposta de alteração tributária voltará à Câmara dos Deputados para nova análise. Assim, após a aprovação definitiva pela Câmara, o texto seguirá para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Imagem: Sergei Elagin/ Shutterstock.com