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5 dicas para proteger seu orçamento da inflação e dos juros

Aumento na taxa Selic pode exigir algumas mudanças no orçamento familiar.

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Na última quarta-feira (16), a taxa de juros Selic subiu para 4,25%, a maior taxa desde janeiro de 2020. Essa alta busca frear a alta dos preços, já que, nos últimos 12 meses, a inflação subiu 8,06%. Essa alta atinge o bolso do brasileiro toda vez que ele vai no mercado, pois os juros encarecem o crediário e as parcelas de quem precisa de crédito. Pensando nisso, confira aqui 5 dicas para proteger o seu orçamento da inflação e dos juros. 

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5 dicas para proteger seu orçamento da inflação e dos juros

Confira abaixo 5 dicas de como proteger seu orçamento da inflação e dos juros, de forma a proteger o seu bolso. Por meio de pequenas gestos, é possível tentar minimizar os reflexos da inflação no planejamento financeiro familiar. 

  1. Pequenos gastos diários: Geralmente, as famílias costumam dar atenção em seu orçamento aos grandes custos, tais como aluguel, financiamento, plano de saúde, mensalidade escolar, luz, internet e supermercado semanal. Entretanto, ignoram os gastos diários de baixo custo, como o cafezinho e a sobremesa depois do almoço, o salgadinho, a pipoca, o sorvete e o doce mais caro. De pouco em pouco, essas pequenas coisas se tornam muito. 
  2. Despesas automáticas: Automatizar as despesas por meio de assinaturas de serviços de streaming pode ser prejudicial. Muitas famílias aderiram às novidades de plataformas de filmes, séries e esportes, mas é necessário se questionar: esses gastos são realmente necessários? As plataformas são mesmo utilizadas?
  3. Desperdício de alimentos e energia: Por vezes, a compra de uma grande quantidade de alimento além do necessário, bem como deixar as luzes acesas, trazem prejuízo aos bolsos dos consumidores. Por isso, evite comprar mais do que realmente vai consumir e, se sair de um cômodo, lembre-se de desligar a luz. 
  4. Fidelidade aos produtos e supermercados: Comprar sempre os mesmo produtos, seja por fidelidade, comodismo ou preguiçar de procurar outra marca, é um erro grave. É necessário sempre acompanhar a alta dos produtos e, se possível, trocá-los por algo mais em conta. Dê mais importância à função do produto do que a marca. O mesmo vale para os locais em que as compras são feitas. 
  5. Cartão de crédito para completar a renda: Usar crédito para não perder o padrão de vida ficou mais caro. Além disso, não entra mais no orçamento mensal. Ao procurar crédito – cartão, cheque especial ou empréstimo pessoal -, as pessoas têm que lidar com os juros. Ou seja, em pouco tempo, cria-se uma bola de neve de endividamento. 

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Imagem: WAYHOME studio / Shutterstock.com

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