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Confira 5 dicas para fugir do rotativo do cartão de crédito

Bem utilizado, o cartão de crédito pode ser um excelente aliado para controlar as suas finanças, mas é preciso tomar cuidado para não cair no rotativo

Eduardo MendesPor Eduardo Mendes3 min de leitura
Confira 5 dicas para fugir do rotativo do cartão de crédito

Sendo bem utilizado, o cartão de crédito pode ser um excelente aliado para controlar as suas finanças. Contudo, é preciso tomar cuidado para não cair no juros do rotativo, que pode se transformar em uma verdadeira bola de neve, gerando endividamento e inadimplência. Pensando nisso, elenquei aqui neste artigo 5 dicas para fugir do rotativo do cartão de crédito. Confira.

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Confira 5 dicas para fugir do rotativo do cartão de crédito

1) Utilize menos limite de crédito

Utilize no máximo 50% da sua renda total entre todos os cartões de crédito que você possui. Isso evitará gastar mais do que você recebe. Prefira concentrar a sua despesa em no máximo três cartões de crédito. Calcule o valor máximo que você pode ter de crédito disponível e repense qual o limite máximo que você pode ter.

2) Tome cuidado com a facilidade

Preste bem atenção. A facilidade no uso do cartão de crédito induz os usuários a imaginarem uma situação virtual, sem a criação de dívidas. Na verdade, tudo que você gastar terá severas consequências no seu orçamento. Portanto, pense bem antes de comprar.

3) Evite compras por impulso

Tenha muita responsabilidade na hora de comprar. Ou seja, questione-se a si mesmo se possui o dinheiro disponível para pagar por determinado produto ou serviço antes de assumir parcelas que não caibam no seu bolso.

4) Prefira compras à vista

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Sempre que pensar em gastar todo o limite do cartão de crédito, repense essa decisão. É muito melhor economizar e comprar à vista, sem comprometer o seu orçamento ao longo dos meses.

5) Jamais pague a parcela mínima

Como última dica, não poderia deixar de faltar. Pague sempre o valor integral da fatura. Jamais pague a parcela mínima. Isso porque as taxas de juros cobradas acabam levando o usuário ao descontrole e consequentemente à inadimplência. Caso aconteça de não conseguir pagar, procure uma linha de crédito com taxa de juros com no máximo 2%, como o empréstimo consignado, por exemplo.

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Eduardo Mendes

Autor

Eduardo Mendes

Eduardo Mendes é cofundador do Seu Crédito Digital, especialista em SEO, jornalista e bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS. Apaixonado por finanças e empreendedorismo, escreve em blogs desde 2014 e atua criando conteúdos, vídeos e análises para ajudar o público a tomar decisões financeiras mais inteligentes.

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