O benefício da pensão por morte do INSS é criado para auxiliar aqueles que necessitam de suporte financeiro após a morte do titular, seja por parte do cônjuge ou dos demais dependentes.
5 mitos sobre a pensão por morte do INSS; você já ouviu algum desses?
Descubra as respostas para as maiores dúvidas relacionadas à pensão por morte do INSS e veja em detalhes como o benefício funciona.
No entanto, certos pensamentos equivocados criaram uma falsa imagem do cancelamento deste benefício e, assim, quero lançar luz sobre esses equívocos em detalhe.
A pensão por morte é cancelada após novo casamento do beneficiário?
Muitas pessoas tendem a acreditar que a pensão por morte é cancelada em caso de novo casamento do beneficiário.

No entanto, de acordo com as regras estabelecidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o novo casamento não resulta necessariamente na perda do benefício. Portanto, sob certas condições, a pessoa viúva pode casar novamente sem perder o direito à pensão por morte.
Há cancelamento do benefício se o beneficiário obter trabalho com carteira assinada?
Não, a pensão por morte do INSS e o trabalho formal não são mutuamente exclusivos. Ou seja, o beneficiário pode exercer um trabalho remunerado sem ameaçar a continuidade do recebimento do benefício.
O INSS reconhece a necessidade do trabalho como apoio financeiro adicional, especialmente quando o valor da pensão por morte pode não ser suficiente para custear todas as necessidades.
E se o beneficiário solicitar a aposentadoria?
Outro equívoco comum é que a solicitação de aposentadoria leva ao cancelamento da pensão por morte do INSS.
A verdade é que, segundo o regulamento do INSS, é perfeitamente possível acumular mais de um benefício previdenciário, portanto, sob certas condições, o beneficiário pode receber a pensão por morte além de sua própria aposentadoria.
A pensão por morte para filhos é estendida após os 21 anos se o beneficiário estiver estudando?
A resposta para essa pergunta é não. A pensão por morte para filhos geralmente termina quando eles atingem a idade de 21 anos, independentemente de estarem matriculados em uma instituição de ensino superior.
A Pensão por morte do INSS é sempre vitalícia para cônjuges e companheiros?
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Embora muitas pessoas possam pensar que a pensão por morte para o cônjuge sobrevivente É vitalícia, dependendo de certas condições, a duração deste benefício pode ser limitada.
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Por exemplo, se o casamento ou a união estável tiver menos de dois anos de duração no momento da morte do segurado, o período do benefício para o cônjuge sobrevivente será de apenas 4 meses. Assim, a duração da pensão por morte do INSS também pode variar dependendo da idade do dependente no momento do falecimento.
Por esse motivo, é vital estar bem informado sobre as regras atuais do INSS. Consulte um especialista, se necessário, para garantir que todos os direitos previdenciários estejam sendo observados.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
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