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6 milhões de pessoas pediram empréstimo na pandemia

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De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada ontem (dia 1º), 8,7% das famílias brasileiras solicitaram empréstimo na pandemia durante o mês de outubro. Destas, 7,5% das famílias conseguiram dinheiro emprestado, enquanto que 1,2% tiveram o pedido negado.

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Os dados foram coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios da Covid-19 (Pnad Covid19). 68,7 milhões de domicílios participaram da pesquisa, sendo que em 6 milhões de residências havia alguém que solicitou empréstimo.

Houve mais pedidos de empréstimo na pandemia rejeitados no Nordeste do que no Sul

A maior parte dos pedidos de empréstimo na pandemia negados foram na região Nordeste do país, com uma taxa de 17,5% de rejeições. Enquanto isso, a região Sul registrou a maior procura por empréstimos (9,7%) e a menor taxa de rejeição, cerca de 10%.

Cai o número de trabalhadores afastados do trabalho

Dentre os outros dados coletados pela pesquisa do IBGE, estão os dados sobre afastamento do trabalho. Dos 84,1 milhões de trabalhadores brasileiros, 4,7 milhões estão afastados do trabalho, seja por motivos pessoais, como licença médica, maternidade ou férias, seja pela pandemia.

No que se refere à pandemia, que são 2,3 milhões de trabalhadores, a maior parte dos afastados são pessoas com mais de 60 anos de idade, grupo de risco para a COVID-19.

Mas o número de afastados caiu em relação ao mês de setembro em 22% para os afastamentos do grupo de risco, e 12,7% para outros tipos de afastamento.

Autônomos são os que menos se afastam

Os pequenos empresários e autônomos são os que menos têm afastamento do trabalho: apenas 1,3% destes estão afastados. Além destes, os trabalhadores sem carteira assinada também possuem baixas taxas de afastamento (1,8%).

Já entre os trabalhadores do setor privado com carteira assinada, os afastamentos correspondem a 2,5%. Entre os trabalhadores domésticos, são 3,3% afastados no caso de trabalharem sem registro em carteira, e 3,4% para aqueles com CTPS assinada.

No funcionalismo público, a taxa de afastados ficou na casa dos 7%, e entre militares e servidores estatutários foi de 7,9%.

Além disso, cerca de 900 mil trabalhadores estavam afastados do trabalho sem remuneração. Esse valor representa 19,2% do total de trabalhadores afastados.

Em conclusão, o IBGE afirma que quando comparado a setembro, houve redução do percentual de pessoas nestas condições no Nordeste, Sul e Centro-Oeste, com estabilidade no Sudeste e aumento no Norte.

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Imagem: Koyso Studio / Shutterstock.com

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