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99 inicia processo cadastral para moto em SP e no RJ

Inscrições estão abertas desde a última segunda-feira (16). Saiba o que é necessário para se cadastrar no serviço da 99

Avatar de Marcos Costa Marcos Costa · · 2 min de leitura
Mãos femininas seguram smartphone aberto no app da 99

O app de transporte 99 começou a cadastrar condutores interessados em atuar na categoria moto nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Embora as inscrições estejam abertas desde a última segunda-feira (16), o 99Moto ainda não está operando em nenhuma das duas capitais.

As viagens de motocicleta são de 30% a 40% mais baratas e, até o final do mês, o 99Entrega Moto será disponibilizado para os clientes.

A função oferecerá também o serviço de delivery para pequenos, médios e grandes negócios. A 99 diz que seu serviço de moto opera em mais de três mil municípios e é usado por 1,3 milhão de usuários. O 99Moto tem ferramentas de segurança, como, por exemplo, um seguro contra acidentes.

Como realizar processo cadastral para moto no 99?

O cadastro da moto é feito pelo mesmo app da 99 usado pelos motoristas de carros. Contudo, a empresa adverte que não são aceitas motocicletas com placa vermelha – que indicam modalidade de aluguel – ou veículos tipo lotação “01P”.

Porém, a 99 não cobra requisitos de modelo ou idade para a inscrição dos veículos. Os interessados têm de ter um smartphone, documentos digitais de CRLV da moto e a CNH definitiva nas categorias A ou AB. Esses documentos precisam ser enviados em formato PDF.

Por fim, é necessário aguardar até dois dias pela resposta da 99. A empresa destaca que o colaborador não precisa ter um capacete extra para rodar, uma vez que o recomendável é que o passageiro tenha um. Segundo as regras, contudo, não é possível realizar entregas e levar passageiros ao mesmo tempo.

Polêmica envolvendo transporte por motos

No início do ano, logo após a Uber anunciar seu serviço de transporte por motos, as prefeituras de São Paulo e Rio de Janeiro se declararam contrárias à iniciativa. A prefeitura de SP disse, no último dia 5 de janeiro, que seu Comitê de Uso do Viário solicitaria a imediata suspensão da atividade.

Já a prefeitura do Rio comunicou, por meio da sua Secretaria de Transportes no mesmo dia, que iria impedir a operação. Afirmou ainda que a Uber visava “somente o lucro”, e havia lançado a iniciativa sem prestar “devidas contrapartidas aos trabalhadores e órgãos públicos”.

Imagem: Diego Thomazini / shutterstock.com

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