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A conta de luz terá cobrança extra este mês?

Confira aqui se as contas de luz do Brasil vão subir a partir deste mês e como funciona o esquema das cores das bandeira.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
Mulher sentada no sofá olhando preocupada para o notebook com uma mão na cabeça e em outra mão uma multa

O valor da conta de luz varia de acordo com a cor da bandeira da fatura, ela pode ser vermelha, amarela ou verde. Recentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a cor da bandeira da conta de luz de março será verde.

Isso significa que os brasileiros não irão pagar nenhuma taxa a mais na conta de luz do mês de março. Se a bandeira fosse amarela, o valor seria intermediário. Se fosse vermelha, o valor seria alto. Entenda melhor a seguir. 

Verde, amarelo e vermelho da bandeira da conta de luz

Há quase um ano, desde abril de 2022, a bandeira verde está vigente. Isso é possível graças às usinas hidrelétricas que mantêm um bom nível de reservatório. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indica que esse nível de armazenamento é entre 76% e 95% e varia de acordo com a região, mas todas apresentam essa boa quantidade de reserva. 

Esses altos níveis viabilizam que as usinas hidrelétricas gerem mais energia, proporcionando, desse modo, o valor mais baixo nas contas de luz. Quando esses níveis são menores, o operador ativa as usinas termelétricas para que haja mais eletricidade. Estas, por sua vez, são mais caras. 

Por isso que a bandeira, nessa situação, deixa de ser verde. A bandeira verde indica que não há cobranças adicionais na conta de luz. A amarela é acionada quando as condições são menos favoráveis. São R$ 2,989 a cada 100 (kWh) consumidos. 

Já a bandeira vermelha possui 2 patamares. Enquanto o patamar 1 é acionado em condições desfavoráveis, o patamar 2 é acionado em condições muito desfavoráveis. A cada 100 kWh consumido na bandeira vermelha patamar 1 é cobrado R$5,500. No 2, são R$ 9,795. 

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Exceção 

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), permitiu que o ICMS fosse cobrado na transmissão de energia elétrica. Com isso, a Companhia Paranaense de Energia (Copel) vai passar a cobrar cerca de 11% a mais em decorrência da cobrança do ICMS. 

Imagem: yanalya / freepik.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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