Nesta quarta-feira (24), a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou que o preço do arroz subiu em 5,01% entre 25 de abril a 28 de maio. Trata-se, portanto, de um dos alimentos mais consumidos nos lares brasileiros.
Assim, de acordo Marcio Milan, vice-presidente institucional da Abras, esse ajuste nos valores reflete uma conjuntura de fatores temporários que incluem desde desafios logísticos até um pico na demanda pelo produto. Saiba mais informações na sequência!
Por que o preço do arroz subiu recentemente?

Embora os estoques estejam adequados, é imprescindível que os consumidores se mantenham alertas às variações de preço nas prateleiras. A diversidade de cerca de 60 marcas de arroz disponíveis garante uma amplitude de preços, o que pode ser uma vantagem na hora de fazer economia nas compras de mercado.
Ainda de acordo com Milan, a elevação pontual nos preços pode se atribuir a uma combinação de aumento na demanda e problemas na distribuição. Especificamente, enchentes significativas no Estado do Rio Grande do Sul afetaram a logística de transporte dos suprimentos, contribuindo para essa flutuação no mercado.
Como as enchentes afetaram os preços do alimento?
Sendo assim, as enchentes que ocorreram recentemente trouxeram consigo uma série de desafios logísticos. As estradas danificadas e os atrasos na entrega dos produtos causaram um efeito cascata que impactou diretamente os preços nas prateleiras dos supermercados.
Milan também afirmou que a instituição tem participado ativamente das discussões intersetoriais com o Poder Executivo para abordar o abastecimento de arroz no mercado interno. Ainda, também se discutiu as questões logísticas e os preços de comercialização do produto a ser importado pelo governo federal para manter o consumo interno.
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Por fim, o vice-presidente institucional da Abras também destacou que os preços do arroz já sinalizavam queda em março e abril devido à maior oferta no mercado interno durante o período da colheita. Portanto, após o aumento pontual de 5,01% no preço médio entre 25 de abril e 28 de maio, a tendência é de normalização e queda.
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