Se você está na corda bamba entre comprar um carro próprio ou optar por alugar, saiba que não está sozinho. Pesando fatores como os gastos imediatos e a longo prazo, as restrições de quilometragem e a possibilidade de trocar de modelo, é normal estar incerto quanto a melhor escolha.
Em 2022, de acordo com dados da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), o número de contratos de carros alugados superou os 69 milhões. Trata-se de um aumento expressivo de 38,8% comparado ao ano de 2021.
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Se a ideia é comprar, e o bolso não permite um pagamento à vista, existem basicamente dois tipos de crédito disponíveis: o financiamento e o consórcio. O consórcio funciona como um autofinanciamento coletivo, sendo que um grupo de pessoas interessadas paga as parcelas pagas mensalmente e vão para um fundo comum.
Já o financiamento é mais individual. O banco concede até 80% do valor do veículo ao consumidor, que deve devolver a quantia em prestações ao longo do prazo combinado, com acréscimo de juros.
Para quem está em dúvida entre comprar ou alugar carro, é importante levar em consideração os custos específicos de cada uma dessas opções. Assim ccomo seu próprio orçamento e as demandas que possui.
Imagem: Virrage Images/shutterstock.com
Saber os custos é fundamental
De um lado, alugar um carro représentaria um custo inicial menor se comparado à compra através de financiamento. Ou seja, é uma opção mais acessível a curtíssimo prazo. Entretanto, se o consumidor utiliza o veículo com frequência, o aluguel pode não ser muito vantajoso a longo prazo, já que se está constantemente pagando o aluguel.
Outro fator importante a ser considerado são os custos com manutenção e documentação do veículo, como licenciamento e IPVA. Essas despesas são de responsabilidade da locadora nos casos de aluguel, oferecendo uma certa tranquilidade para o locatário.
Se a opção for pela compra, obviamente, caberá ao proprietário arcar com esses custos. Mas, o proprietário terá também a liberdade de personalizar o seu veículo da maneira que desejar, contanto que respeite as leis vigentes e não altere a segurança do automóvel. Já para quem aluga, essa liberdade não existe, e personalizações são passíveis de multa.