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Afinal, o que é fobia financeira?

Fobia financeira é o medo irracional de lidar com dinheiro, impactando negativamente na tomada de decisões. Descubra como superá-la.

Helena SerpaPor Helena Serpa2 min de leitura
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A sensação de mal-estar ao conferir os saldos bancários ou planejar o orçamento familiar é mais comum do que se imagina. Comumente chamada de fobia financeira, esse temor irracional de lidar com questões monetárias pode impactar profundamente a vida diária de muitas pessoas. A fobia financeira, de acordo com especialistas, transcende o simples medo de contas, revelando-se em comportamentos evasivos.

Segundo Simone Sgarbi, especialista em educação financeira, a fobia financeira é definida como um transtorno de ansiedade caracterizado por um medo desproporcional e irracional relacionado às finanças. Esse problema pode se manifestar de várias maneiras, como irritabilidade, dificuldades para dormir e uma preocupação constante com a situação financeira.

O que exatamente é a fobia financeira?

Homem preocupado mexendo no celular, com laptop aberto na mesa e uma mão apoiada na testa, em sinal de preocupação. fobia financeira
Imagem: Prostock-studio/ shutterstock.com

A fobia financeira é muitas vezes mal interpretada. Não se trata apenas de uma relutância em verificar saldos de contas, mas sim de uma aversão severa que pode levar a sintomas como taquicardia, ansiedade e até insônia. Além disso, os sintomas podem incluir um comportamento avarento ou descontrolado com o dinheiro, mudando de assunto ou evitando falar sobre finanças.

Este tipo de fobia não só limita a capacidade de gerir eficazmente as finanças pessoais, mas pode também bloquear a capacidade de atingir metas de longo prazo. A incapacidade de lidar com as próprias finanças pode transformar a gestão do dinheiro num verdadeiro bicho-papão. Para Simone, a consciência deste transtorno é o primeiro passo para superar o problema e recuperar o controle sobre as finanças.

Como podemos superar o medo?

Simone Sgarbi destaca métodos eficazes no enfrentamento da fobia financeira, incluindo a terapia de exposição, que confronta diretamente os medos financeiros, e a terapia cognitivo-comportamental, que modifica padrões de pensamento e comportamento prejudiciais. A assistência contínua de um planejador financeiro é crucial nesse processo.

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Além disso, enfatiza-se a importância de falar abertamente sobre o cotidiano financeiro em casa para evitar a perpetuação ou o desenvolvimento de fobias entre os membros da família. Dessa maneira, promovendo uma relação mais saudável com o dinheiro por meio de uma abordagem natural e descomplicada.

Imagem: Prostock-studio/ shutterstock.com

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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