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Alerta para quem anda de Uber e pede comida no iFood: motoristas e entregadores podem entrar em GREVE

Descubra a data limite para negociação entre entregadores e motoristas com as empresas por aplicativo, como Uber e Ifood

Avatar de Maria Soares Maria Soares · · 2 min de leitura
homem assustado segurando um volante

Profissionais que atuam como motoristas e entregadores de aplicativos consideram a possibilidade de paralisação. Assim, a greve deve acontecer se não houver um ajuste nas propostas de salários até o encontro agendado para 12/09. O encontro acontecerá com a comissão especial do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), voltada para discussões sobre a regulamentação destas profissões.

Isso ocorre porque, na última terça-feira (29), a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) – que engloba grandes empresas do setor como 99, Amazon, iFood, Uber e Lalamove – propôs novos valores salariais.

Trabalhadores recusam proposta da empresa; entenda o porquê

homem assustado segurando um volante
Imagem: Roman Samborskyi / shutterstock.com

A discussão sobre a remuneração desses profissionais não é novidade, mas atingiu um ponto crítico recentemente. Isso porque a associação que reúne gigantes como 99, Uber e iFood apresentou uma nova proposta de valores.

No entanto, os trabalhadores rejeitaram a proposta imediatamente. Entre as sugestões, destacam-se remunerações por “hora trabalhada”, que variam entre R$ 21,22 para motoristas de transporte de passageiros e R$ 6,53 para ciclistas que fazem entregas.

Outras plataformas, representadas pelo Movimento Inovação Digital (MID), como Loggi e inDriver, propuseram valores na faixa de R$ 11 a R$ 12 para entregadores de moto por “hora em rota”. Além disso, propuseram um piso de R$ 17 para motoristas.

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Entregadores cobram o Governo

Motoristas e entregadores têm demonstrado insatisfação com o papel mediador exercido pelo governo federal. Alegando que as plataformas têm dificultado as discussões, os profissionais pedem uma postura mais firme do governo, exigindo que as empresas se adequem às demandas.

Por outro lado, as empresas tinham esperanças de que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) fosse mais ativo nas sugestões, ajudando a direcionar o debate em torno da regulamentação.

Relatos recentes indicam que, em uma reunião ocorrida na última terça-feira, houve uma mudança no tom dos representantes do governo. Fontes afirmam que a abordagem foi mais direta e incisiva do que o habitual.

Imagem: Roman Samborskyi / shutterstock.com

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