Não é recomendado expor dados pessoais, uma vez que há risco de golpes financeiros, fraudes, entre outros tipos de crimes. O CPF, por exemplo, é um dos documentos que as pessoas precisam preservar. Sua sequência de 11 dígitos permite a contratação de cartões, inscrição em programas, entre outros.
No entanto, embora entre na lista de documentos que não devem ser expostos, o CPF traz um indício que escancara a região onde o titular mora. É isso mesmo: um detalhe específico entre os onze dígitos (9 números e 2 verificadores) indica onde o cidadão realizou a emissão.