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Alta da Selic pode seguir impulsionada pelo aumento no preço dos combustíveis e alimentos

Banco Central diz que não será possível trazer a inflação para a meta em 2022.

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Na última terça-feira (10), o Copom, do Banco Central, destacou em ata os fatores que contribuem para uma inflação alta e resistente no país. Dessa forma, o órgão reconheceu que os recentes choques levaram a um forte aumento tanto nos alimentos quanto nos combustíveis. E isso tem impacto direto na política de juros. Então, para saber mais, confira a seguir.

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Assim, de acordo com os especialistas, a declaração do Banco Central indica que não será possível diminuir a inflação tão cedo. Tampouco chegar até a meta para 2022, e talvez nem para 2023. Para o Copom, contudo, as leituras recentes vieram acima do esperado.

“Nos itens mais voláteis, continua se destacando o aumento do preço da gasolina, com impacto maior e mais rápido do que era previsto”, informou o comitê. Vale ressaltar as expectativas de inflação para 2022 e 2023, apuradas pela pesquisa Focus. Atualmente, elas encontram-se em torno de 7,9% e 4,1%, respectivamente para este e o próximo ano.

Por fim, muitos economistas afirmam que itens como combustíveis e alimentos exercem função de insumo em diferentes cadeias. E é por isso que um aumento sobre esses preços afeta a composição de custos em mais de um setor. Com isso, a missão do Copom de conter a inflação sem pesar a mão nos juros está cada vez mais difícil.

Ainda na reunião da semana passada, quando elevaram a Selic em 1 ponto percentual, de 11,75% para 12,75% ao ano, os membros do Copom discutiram os possíveis efeitos no crescimento econômico do país. Em documento divulgado, o comitê disse que o crescimento veio conforme esperado, mas o aperto das condições financeiras cria um risco de desaceleração mais forte daqui pra frente.

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Imagem: Billion Photos / Shutterstock.com

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