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Nova rede da Amazon poderá levar internet e chamadas diretamente aos celulares

Amazon pediu autorização para lançar 5.105 satélites e conectar celulares diretamente do espaço. Entenda como funcionará a nova rede.

Bruna MachadoPor Bruna Machado15 min de leitura
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A Amazon deu mais um passo para entrar na disputa pela conexão de celulares diretamente por satélite. A empresa apresentou à Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, a FCC, uma proposta para lançar uma nova constelação formada por até 5.105 satélites de baixa órbita.

O projeto faz parte da Amazon Leo, rede de internet espacial anteriormente conhecida como Project Kuiper, e pretende oferecer chamadas de voz, mensagens, transmissão de dados e serviços de emergência em regiões onde as antenas das operadoras não conseguem chegar.

A proposta chama atenção porque a conexão seria enviada diretamente do espaço para celulares e outros dispositivos compatíveis, reduzindo a dependência de antenas terrestres em áreas rurais, estradas, florestas, regiões marítimas e locais atingidos por desastres.

No entanto, isso não significa que qualquer celular já poderá acessar a rede da Amazon. O projeto ainda depende da análise regulatória, da implantação dos satélites, de acordos com operadoras e da compatibilidade dos aparelhos.

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Imagem gerada por IA/ Seu Crédito Digital

O que a Amazon apresentou à FCC?

A Amazon Leo protocolou um pedido para lançar e operar uma constelação específica para serviços chamados de Direct-to-Device, ou D2D.

Na prática, o termo significa “conexão direta com o dispositivo”. Em vez de o sinal chegar primeiro a uma antena instalada no telhado de uma casa ou empresa, o satélite se comunica diretamente com um celular, relógio inteligente, sensor industrial ou equipamento de internet das coisas.

A proposta prevê até 5.105 novos satélites de baixa órbita terrestre, conhecidos pela sigla LEO. A Amazon informa que pretende começar a implantação do sistema em 2028, caso receba as autorizações necessárias.

A companhia afirma que a rede poderá oferecer:

  • chamadas de voz;
  • mensagens de texto;
  • acesso a dados móveis;
  • comunicação de emergência;
  • conexão para sensores e equipamentos de internet das coisas;
  • cobertura complementar em áreas sem rede celular.

O pedido foi apresentado pela Kuiper Systems LLC, subsidiária responsável pelas operações espaciais da Amazon.

O projeto já foi aprovado?

Ainda não.

A apresentação do pedido à FCC é apenas uma etapa do processo. O órgão regulador dos Estados Unidos precisa analisar aspectos técnicos, jurídicos, ambientais e de segurança antes de conceder uma autorização.

Também podem ser avaliadas questões como:

  • risco de interferência em outras redes;
  • utilização das frequências de rádio;
  • prevenção de colisões em órbita;
  • descarte dos satélites ao fim da vida útil;
  • coordenação com sistemas de outros países;
  • cumprimento do cronograma de implantação.

Por isso, a existência do pedido não garante que os 5.105 satélites serão lançados exatamente como estão descritos no projeto inicial. A FCC pode solicitar alterações, impor condições ou aprovar apenas parte da proposta.

Como a conexão direta entre satélite e celular funciona?

Para entender o sistema, basta pensar na rede de uma operadora tradicional.

Em uma cidade, o celular se conecta à antena mais próxima. Essa antena envia os dados para a infraestrutura da operadora, permitindo ligações, mensagens e acesso à internet.

O problema aparece quando a pessoa entra em uma área sem torres de celular. Isso pode acontecer em uma rodovia afastada, propriedade rural, região de mata, montanha ou alto-mar.

Na conexão D2D, o satélite funciona como uma espécie de antena móvel no espaço. Ele passa sobre a região, recebe o sinal do aparelho e encaminha a comunicação para estações terrestres e redes parceiras.

Por que os satélites ficam em baixa órbita?

Satélites de baixa órbita circulam relativamente próximos da Terra, em comparação com os satélites geoestacionários utilizados há décadas em serviços de televisão e telecomunicações.

Essa proximidade pode reduzir a latência, que é o tempo necessário para uma informação sair do aparelho, percorrer a rede e retornar.

Uma latência menor é importante para chamadas de voz, navegação na internet, aplicativos de mensagens e serviços que precisam responder rapidamente.

Além disso, uma grande constelação permite que diferentes satélites assumam a conexão à medida que cruzam o céu.

Qual é a diferença entre a Amazon Leo tradicional e a nova rede?

A Amazon Leo já desenvolve uma constelação de banda larga formada por mais de 3 mil satélites. Essa estrutura foi planejada principalmente para levar internet a residências, empresas e órgãos públicos por meio de antenas próprias instaladas no solo.

O novo projeto tem uma finalidade diferente.

Na rede tradicional, o cliente utiliza um terminal específico da Amazon para receber o sinal. No sistema D2D, o objetivo é levar a comunicação diretamente a celulares e dispositivos móveis compatíveis.

As duas redes poderão trabalhar de forma integrada. A estrutura de banda larga atenderia conexões fixas e de maior capacidade, enquanto os satélites D2D ajudariam a cobrir áreas sem sinal das operadoras.

A aquisição da Globalstar é essencial para o plano

O projeto está diretamente ligado ao acordo anunciado pela Amazon para adquirir a Globalstar, empresa especializada em comunicações por satélite.

A Globalstar já possui satélites, estações terrestres, experiência operacional e licenças para utilizar frequências de rádio em diferentes mercados. Esses ativos são estratégicos porque não basta colocar satélites em órbita: é preciso ter autorização para transmitir sinais em faixas específicas do espectro.

A Amazon anunciou o acordo definitivo para comprar a companhia em abril de 2026. A conclusão está prevista para 2027, desde que sejam cumpridas as condições do negócio e obtidas as aprovações regulatórias.

Após a operação, a Amazon pretende incorporar à Amazon Leo:

  • satélites já operados pela Globalstar;
  • futuras gerações de equipamentos espaciais;
  • licenças de espectro;
  • estações terrestres;
  • sistemas de comunicação;
  • experiência no atendimento a clientes e empresas.

O que é espectro de frequência?

Espectro é o conjunto de frequências utilizadas para transmitir sinais sem fio.

Rádio, televisão, Wi-Fi, Bluetooth, celulares, radares e satélites utilizam diferentes partes desse recurso. Como várias tecnologias precisam funcionar ao mesmo tempo, as frequências são organizadas e reguladas pelos governos.

É como imaginar uma rodovia dividida em várias faixas. Cada serviço recebe autorização para circular em determinadas faixas, seguindo regras que evitam que os sinais se misturem.

A aquisição da Globalstar é importante justamente porque dá à Amazon acesso a frequências já utilizadas e autorizadas para comunicações móveis por satélite.

Qual será a participação das operadoras de celular?

A Amazon não pretende substituir completamente as redes móveis existentes.

A estratégia divulgada pela empresa envolve parcerias com operadoras de telefonia. Os satélites funcionariam como uma extensão da cobertura terrestre, alcançando locais onde a instalação de antenas é difícil, cara ou pouco viável.

Isso significa que, no futuro, o cliente poderá contratar o serviço por meio de sua própria operadora, dependendo dos acordos firmados em cada país.

Um exemplo hipotético ajuda a entender: uma pessoa viaja por uma estrada sem sinal. Ao sair da cobertura terrestre, o celular poderia mudar automaticamente para a rede de satélites, desde que o aparelho, o plano e a operadora fossem compatíveis.

A Amazon afirma que pretende trabalhar com operadoras móveis para oferecer o serviço globalmente.

Qualquer celular poderá se conectar aos satélites?

Não necessariamente.

A expressão “celular comum” pode dar a impressão de que todos os aparelhos existentes funcionarão automaticamente, mas a realidade é mais complexa.

A conexão depende de fatores como:

  • frequências suportadas pelo aparelho;
  • antenas internas;
  • modem instalado no celular;
  • sistema operacional;
  • acordos entre fabricantes, operadoras e a Amazon;
  • autorização do serviço em cada país.

Alguns recursos via satélite já funcionam em modelos recentes de smartphones. Entretanto, muitas dessas funções são limitadas a mensagens curtas, localização ou chamadas de emergência.

A evolução para chamadas de voz e internet móvel mais ampla exigirá maior capacidade de rede e aparelhos compatíveis.

O acordo com a Apple mostra como o serviço poderá funcionar

A Amazon também anunciou um acordo para fornecer conectividade por satélite a recursos de modelos compatíveis de iPhone e Apple Watch.

Atualmente, a Globalstar participa da infraestrutura utilizada em funções de emergência da Apple. Com o novo acordo, a Amazon pretende manter esses serviços e desenvolver futuras aplicações utilizando a rede ampliada da Amazon Leo.

Entre as funções mencionadas estão:

  • SOS de emergência;
  • envio de mensagens fora da cobertura celular;
  • compartilhamento de localização;
  • assistência em estradas;
  • comunicação com familiares.

Esse tipo de parceria mostra que fabricantes de aparelhos terão papel decisivo na expansão da conexão direta por satélite.

Quando a nova rede começará a funcionar?

A Amazon prevê iniciar a implantação dos novos satélites D2D em 2028. Isso não significa, porém, que o serviço completo estará disponível para todos naquele ano.

Constelações desse porte são construídas gradualmente. Os satélites são lançados em grupos, passam por testes e precisam ser integrados às estações terrestres e às redes das operadoras.

A liberação comercial também pode variar de um país para outro.

O cronograma dependerá de:

  • autorização da FCC;
  • conclusão da compra da Globalstar;
  • fabricação dos satélites;
  • disponibilidade de foguetes;
  • testes técnicos;
  • acordos comerciais;
  • aprovação dos órgãos reguladores de cada mercado.

Portanto, o projeto deve ser entendido como um plano de médio e longo prazo.

O serviço poderá chegar ao Brasil?

Existe potencial, mas não há confirmação de lançamento comercial no país.

Para operar no Brasil, a Amazon precisará seguir as normas nacionais de telecomunicações e obter as autorizações necessárias. A Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, é responsável por administrar o uso do espectro e fiscalizar serviços de comunicação no território brasileiro.

Também será necessário firmar acordos com operadoras locais ou receber autorização para outra forma de prestação do serviço.

O Brasil pode ser um mercado relevante por causa de sua extensão territorial e das grandes áreas com pouca infraestrutura terrestre. Comunidades rurais, regiões da Amazônia, rodovias e áreas costeiras estão entre os locais que poderiam se beneficiar.

Ainda assim, disponibilidade, preço, velocidade e aparelhos compatíveis só serão conhecidos quando houver um anúncio específico para o mercado brasileiro.

A rede substituirá antenas e torres de celular?

Não no curto prazo.

As redes terrestres continuam sendo mais eficientes em regiões com grande concentração de pessoas. Uma única antena urbana consegue atender muitos usuários com alta capacidade e baixo custo por conexão.

Os satélites devem atuar principalmente como complemento.

Eles podem ser especialmente úteis em locais onde:

  • não existem torres próximas;
  • a população está espalhada por grandes distâncias;
  • o relevo dificulta a instalação de antenas;
  • a infraestrutura foi destruída;
  • navios, aviões ou veículos estão em movimento;
  • sensores precisam transmitir dados de áreas isoladas.

Em centros urbanos, o 4G, o 5G e as redes de fibra óptica devem continuar sendo as principais opções.

Como a tecnologia pode ajudar durante desastres?

Um dos maiores benefícios da conexão por satélite é manter uma alternativa quando a rede terrestre deixa de funcionar.

Enchentes, incêndios, furacões, deslizamentos e apagões podem danificar antenas, cabos e centrais de comunicação. Nessas situações, os satélites continuam em órbita e podem oferecer uma rota emergencial para mensagens e chamadas.

A Amazon cita aplicações como:

  • comunicação entre equipes de resgate;
  • pedidos de socorro;
  • localização de pessoas;
  • coordenação de órgãos públicos;
  • continuidade das operações de empresas;
  • contato de moradores com familiares.

A própria companhia reconhece que a conexão D2D pode funcionar como uma rede de apoio em regiões afetadas por desastres.

A internet das coisas também está no centro do projeto

A rede não foi pensada apenas para celulares.

A Amazon pretende atender dispositivos de internet das coisas, conhecidos pela sigla IoT. São equipamentos que coletam informações e transmitem dados sem precisar da interação constante de uma pessoa.

Entre os possíveis usos estão:

  • rastreamento de cargas;
  • monitoramento de máquinas agrícolas;
  • acompanhamento de rebanhos;
  • sensores ambientais;
  • equipamentos instalados em navios;
  • veículos de transporte;
  • controle remoto de infraestrutura;
  • monitoramento de oleodutos e redes elétricas.

Para empresas, essa cobertura pode permitir o acompanhamento de operações em regiões onde uma rede móvel convencional não está disponível.

Quais são os principais desafios do projeto?

Colocar mais de 5 mil satélites em órbita envolve obstáculos técnicos e regulatórios importantes.

Risco de interferência

Os satélites precisam transmitir sem prejudicar serviços que utilizam frequências próximas. Isso exige coordenação com outras empresas e autoridades.

Congestionamento orbital

A quantidade de objetos em baixa órbita aumentou rapidamente. Novas constelações precisam adotar sistemas para evitar colisões e compartilhar dados de localização.

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Lixo espacial

Satélites antigos ou danificados podem permanecer no espaço e representar risco para outras missões. Por isso, os projetos devem prever a retirada segura dos equipamentos ao fim de sua operação.

Custo de implantação

Fabricar, lançar, controlar e substituir milhares de satélites exige investimentos elevados e uma cadeia constante de lançamentos.

Aprovação internacional

Uma autorização dos Estados Unidos não libera automaticamente a operação em todos os países. Cada mercado possui suas próprias regras.

Amazon enfrenta uma disputa crescente no espaço

O mercado de conexão direta entre satélites e celulares está ficando mais competitivo.

A Amazon disputará espaço com empresas que já desenvolvem ou oferecem serviços semelhantes, incluindo operadoras de constelações, fabricantes de satélites e companhias de telecomunicações.

Outro movimento importante foi o anúncio da compra da Iridium pela Rocket Lab. O negócio, avaliado em aproximadamente US$ 8 bilhões, reúne uma fabricante de foguetes e satélites com uma empresa que possui rede global, clientes e frequências próprias. A conclusão é esperada para 2027, sujeita às aprovações necessárias.

A disputa não envolve apenas quantidade de satélites. Frequências, acordos com operadoras, compatibilidade com celulares, capacidade de lançamento e aprovação regulatória são igualmente importantes.

O consumidor precisará pagar mais?

Ainda não existem informações comerciais detalhadas.

O serviço poderá ser oferecido como:

  • adicional no plano da operadora;
  • pacote específico para emergências;
  • benefício incluído em planos mais caros;
  • serviço contratado por empresas;
  • conexão cobrada conforme o uso;
  • recurso integrado ao aparelho por determinado período.

A forma de cobrança dependerá dos acordos firmados pela Amazon com operadoras e fabricantes.

Também é possível que funções básicas de emergência tenham condições diferentes das chamadas de voz e do acesso completo a dados.

A conexão terá a mesma velocidade do 5G?

Provavelmente não em todas as situações.

A capacidade de um satélite é compartilhada entre os usuários que estão dentro de sua área de cobertura. Em regiões com muitas pessoas tentando acessar a rede ao mesmo tempo, a velocidade pode ser mais limitada.

O objetivo inicial do D2D é eliminar áreas sem comunicação, e não necessariamente substituir uma rede 5G urbana de alta velocidade.

Com o avanço da tecnologia, a tendência é que os serviços evoluam de mensagens emergenciais para chamadas de voz, aplicativos e navegação mais completa.

A Amazon afirma que seu sistema foi projetado para usar o espectro de maneira mais eficiente e oferecer desempenho superior ao de gerações anteriores de conexão direta.

O que muda para o usuário neste momento?

Por enquanto, nada muda imediatamente no celular do consumidor brasileiro.

O anúncio representa uma etapa regulatória de um projeto que ainda precisa ser aprovado, construído e integrado às operadoras.

O usuário deve desconfiar de mensagens que prometam cadastro antecipado, chip gratuito ou acesso imediato à suposta rede de celulares da Amazon.

Até que haja lançamento oficial, não é necessário:

  • trocar de aparelho;
  • comprar antena;
  • adquirir chip especial;
  • pagar taxa de reserva;
  • fornecer dados pessoais;
  • instalar aplicativos desconhecidos.

Informações sobre disponibilidade devem ser verificadas nos canais oficiais da Amazon, das fabricantes e das operadoras.

Por que a proposta merece atenção?

A comunicação por satélite está deixando de ser um serviço restrito a equipamentos especializados.

A nova geração de redes busca fazer com que o próprio celular utilizado no cotidiano consiga manter algum nível de conexão fora das áreas atendidas pelas torres tradicionais.

Caso a proposta avance, a Amazon poderá combinar sua infraestrutura de banda larga, a experiência da Globalstar, acordos com fabricantes e parcerias com operadoras para competir em um mercado global.

Ainda existem desafios técnicos e regulatórios, mas o pedido de 5.105 satélites mostra que a companhia pretende transformar a conexão direta do espaço em uma parte importante de sua estratégia de telecomunicações.

Perguntas frequentes

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Imagem: Sundry Photography / Shutterstock.com

A Amazon já começou a lançar os 5.105 satélites?

Não. A empresa apresentou o projeto à FCC e prevê começar a implantação em 2028, caso consiga as autorizações necessárias.

A rede funcionará em qualquer celular?

Não necessariamente. O aparelho precisará ser compatível com as frequências e tecnologias utilizadas, além de estar vinculado a uma operadora ou serviço participante.

Será preciso instalar uma antena em casa?

Para a conexão direta com celulares, a proposta é dispensar antenas externas específicas. A internet residencial tradicional da Amazon Leo, porém, utiliza terminais próprios.

A rede da Amazon estará disponível no Brasil?

Ainda não existe confirmação. A operação no país dependerá de autorização da Anatel, acordos comerciais e compatibilidade técnica.

A conexão por satélite substituirá o 4G e o 5G?

Não. A tendência é que ela complemente as redes terrestres, principalmente em áreas remotas ou durante falhas de infraestrutura.

Quando o serviço poderá chegar aos consumidores?

A implantação dos satélites está prevista para começar em 2028. A disponibilidade comercial dependerá do avanço da rede e das aprovações em cada país.

O serviço será gratuito?

A Amazon ainda não informou preços ou modelos de cobrança. As condições poderão variar conforme operadora, aparelho, plano e tipo de serviço.

O que significa conexão Direct-to-Device?

É uma tecnologia que permite ao satélite se comunicar diretamente com celulares e outros dispositivos compatíveis, sem depender exclusivamente de uma torre próxima.

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Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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