A Amazon (AMZO34) acaba de entrar na lista da bolsa de valores como empresa inaugural a sofrer a perda de US$ 1 trilhão em valor de mercado.
Amazon faz história e é 1ª a perder US$ 1 trilhão em valor de mercado nos EUA
A Amazon acaba de entrar na lista da bolsa de valores como empresa inaugural a sofrer a perda de US$ 1 trilhão em valor de mercado.
O fato ocorreu na quinta-feira, dia 10, em virtude do atual cenário econômico mundial, que tem prejudicado inúmeros setores, mas principalmente as big tech.
A gigante da tecnologia, graças a uma junção de elementos negativos do momento, que incluem a pressão pecuniária e suas últimas consequências financeiras nos EUA, a considerável inflação atual mundial e mudanças financeiras advindas disso tudo, superou seu próprio número de queda em valor de mercado, que aconteceu no ano passado com a marca de R$ 1,88 trilhão.
Fuga de investidores
Criada pelo empresário estadunidense Jeff Bezos, a empresa faz parte da lista de 5 maiores da tecnologia, mas os últimos resultados negativos têm sido preocupantes. O dispêndio do início desse ano chegou a US$ 2 bilhões. No meio de 2022, houve pequena melhora, mas nos últimos meses o cenário voltou a ser alarmante.
Essa instabilidade nos números da empresa tem deixado investidores desesperançosos, tanto no exterior quanto no Brasil.
Em Nasdaq, os papéis iniciaram o ano estimado em US$ 170, mas no último dia 10, já estavam sendo vendidos a apenas US$ 95. Já tendo chegado a R$ 48, a BDR, em terras brasileiras, chegou a ser comprada a R$ 22,47 nos últimos dias, ou seja, por menos da metade do valor anterior.
Cenário das Big Tech é alarmante
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Não é só a Amazon que vem sofrendo com o atual cenário econômico mundial. Outras big techs, como Google, Meta e Microsoft também estão sendo atingidas.
A Microsoft perdeu esse ano US$ 834 milhões em valor de mercado. Enquanto a controladora do Google, levando em consideração todas as mudanças do ano, teve um declínio de 35%. E a Meta, que engloba os cuidados do WhatsApp, Facebook e Instagram, sofreu uma das maiores percentagens de queda, de aproximadamente 70%, tendo que optar pela demissão de pouco mais de 11 mil contratados.
Imagem: Sundry Photography / shutterstock.com
