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Anvisa bane câmaras de bronzeamento artificial para estética; veja os impactos

Anvisa proíbe câmaras de bronzeamento para estética no Brasil. Veja os impactos e alternativas seguras.

Fernanda RamosPor Fernanda Ramos3 min de leitura
anvisa

A decisão de proibir câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos no Brasil marca um avanço significativo na proteção à saúde pública.

A medida foi oficializada pela Resolução RDC nº 56/2009, publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em resposta a estudos que demonstraram os graves riscos associados ao uso dessas máquinas.

Essa regulamentação coloca o Brasil na vanguarda da prevenção de doenças relacionadas à exposição aos raios ultravioleta (UV).

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O que motivou a proibição?

O alerta veio da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), que classificou as câmaras de bronzeamento artificial como cancerígenas para humanos.

Essa tecnologia, que utiliza lâmpadas UV, foi associada ao aumento do risco de câncer de pele, especialmente o melanoma, a forma mais letal da doença.

Além disso, estudos apontaram outros riscos à saúde, como o envelhecimento precoce da pele, queimaduras e danos irreversíveis ao DNA das células.

Com base nesses dados alarmantes, a Anvisa decidiu adotar uma postura rigorosa, banindo o uso e a comercialização dessas câmaras para fins estéticos em todo o território nacional.

Apoio de especialistas e instituições

câmara de bronzeamento artificial
Imagem: Freepik

A medida da Anvisa recebeu suporte integral de entidades renomadas, como a Sociedade Brasileira de Dermatologia e o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Essas instituições destacaram que a proibição representa um avanço na conscientização sobre os perigos da exposição aos raios UV artificiais e na promoção da saúde dermatológica da população.

Segundo especialistas, alternativas seguras, como protetores solares e autobronzeadores, devem ser priorizadas para quem busca manter um tom de pele mais bronzeado sem comprometer a saúde.

Alerta aos consumidores

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A Anvisa também emitiu um alerta direcionado aos consumidores, reforçando os perigos associados às câmaras de bronzeamento artificial. Entre os principais riscos listados estão:

  • Câncer de pele: Melanoma e outros tipos relacionados à exposição a raios UV;
  • Queimaduras: Lesões graves causadas pela intensidade das lâmpadas;
  • Envelhecimento precoce: Perda de elasticidade e formação de rugas.

O órgão ressalta a importância de adotar hábitos mais saudáveis e evitar qualquer prática que exponha a pele a danos permanentes.

Impactos da decisão

bronzeamento
Imagem: Freepik

A proibição trouxe mudanças no mercado de estética, que precisou se adaptar às novas regras. Empresas que comercializavam e utilizavam essas máquinas precisaram descontinuar os serviços.

Ao mesmo tempo, consumidores foram orientados a buscar métodos alternativos e seguros para cuidados com a pele.

A decisão brasileira também serve como exemplo global, reforçando a importância de regulamentações que priorizem a saúde coletiva.

Fernanda Ramos

Autor

Fernanda Ramos

Fernanda é graduanda em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com sólida formação em língua portuguesa. Atua na estruturação, revisão e aprimoramento textual dos conteúdos do portal Seu Crédito Digital, garantindo clareza, coesão e qualidade editorial. Apaixonada por comunicação, tem como missão facilitar o acesso à informação com linguagem acessível e confiável.

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