O Nubank, um ano após abrir seu capital na Bolsa, constata que aproveitou a última fase de um mercado atrativo para as fintechs na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse). “O banco não precisava levantar tanto capital, mas o mercado estava tão atrativo que decidimos levantar muito mais do que precisávamos”, afirmou David Vélez, CEO da fintech, na semana passada. De acordo com Vélez, é dinheiro suficiente para capitalizar novas operações e até fazer aquisições.
Apesar do desempenho fraco das ações, fundador do Nubank está otimista
O CEO do Nubank afirmou que a fintech continua oferecendo o melhor produto e, por isso, continua a crescer mais do que qualquer outro banco.
Ademais, Vélez afirma que as empresas de tecnologia passaram de heroínas a vilãs do mercado de uma hora para outra, no primeiro trimestre deste ano. Contudo, o executivo afirma que a qualidade do banco não mudou. “O Nubank continua oferecendo o melhor produto e, por isso, continuamos a crescer mais do que qualquer outro banco.”
Fintechs vilãs
Após a Oferta Inicial de Ações (IPO), o mundo enfrentou a guerra da Ucrânia, inflação e juros altos. Dessa forma, as fintechs foram de heroínas a vilãs de um momento a outro. Assim, segundo Vélez, o maior aprendizado foi entender o que pode controlar, o que não pode e focar 100% da energia no que controla. Com o foco direcionado à execução.
Expansão
O banco apresentou uma nova rodada de expansão na base de clientes e na receita, no segundo trimestre. Dessa forma, o Nubank encerrou junho com 65,3 milhões de usuários, incluindo Brasil, México e Colômbia, o que corresponde a um aumento de 57% em 12 meses.
Já a receita total teve um crescimento de 230%, para US$ 1,2 bilhão. Ademais, a receita média por cliente aumentou 105% ano a ano.
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+311 mil seguidores
O Nubank tem seu principal mercado no Brasil, onde chegou a 62,3 milhões de clientes no final de junho. “Isso provavelmente posiciona o Nu como a quinta maior instituição financeira do Brasil em número de clientes”, afirmou o banco em comunicado.
Dessa forma, o Nubank superou Santander Brasil, que recentemente divulgou que possuía 56,1 milhões de clientes no final de junho.
Imagem: Nubank Divulgação
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