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Aposentada morre ao fazer prova de vida no INSS

Na manhã desta quinta-feira (23), uma mulher morreu dentro da agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) localizada em São José do Rio Preto, São Paulo, quando fazia a rotineira prova de vida.

Segundo informações da Secretaria Municipal da Saúde, a aposentada de 58 anos passou mal e faleceu no local. Saiba mais detalhes!

O que aconteceu durante a prova de vida?

Imagem fachada do edifício sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em que se lê "Previdência Social"
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

A vítima, cuja identidade não foi divulgada, chegou à agência no Parque Industrial para cumprir com a obrigação periódica exigida pelo INSS para os aposentados e pensionistas.

Testemunhas relatam que, enquanto aguardava sua vez, ela começou a demonstrar sinais de mal-estar, o que prontamente chamou a atenção dos funcionários do local. Imediatamente após perceberem a situação crítica, os funcionários acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Infelizmente, ao chegarem, os socorristas encontraram a mulher já sem sinais vitais. Apesar dos esforços, foi confirmado seu falecimento por causas naturais, visto que ela já possuía antecedentes com problemas de saúde.

O impacto do incidente na comunidade local

A notícia da morte inesperada causou grande comoção entre os membros da comunidade local e frequentadores habituais da agência. Muitos se questionam sobre os procedimentos de emergência adotados pelo INSS e se mais poderia ter sido feito para prevenir tal acontecimento.

Este evento levantou discussões sobre as condições de saúde dos idosos que precisam realizar trâmites presenciais em instituições governamentais.

Quais são as medidas preventivas para proteção dos idosos em instituições públicas?

As medidas preventivas para proteção dos idosos em instituições públicas incluem diversas estratégias. Uma delas é o fornecimento de primeiros socorros e treinamento adequado aos funcionários, capacitando-os para lidar com situações de emergência de forma eficaz.

Além disso, é essencial contar com a presença de equipes médicas em locais com grande circulação de idosos, garantindo assistência rápida em caso de necessidade. Outra medida importante é a criação de processos mais ágeis para reduzir o tempo que os idosos passam em espera, minimizando assim possíveis riscos à sua saúde.

Por fim, a revisão periódica dos protocolos de emergência é fundamental para garantir a segurança contínua dos idosos, adaptando-se às necessidades e evitando falhas no sistema de proteção. Essas medidas combinadas visam proporcionar um ambiente mais seguro e protegido para os idosos que frequentam essas instituições públicas.

Imagem: rafastockbr / shutterstock.com