Medir a glicose apenas colocando um relógio no pulso, sem furar o dedo e sem aplicar um sensor sob a pele, é uma das tecnologias mais aguardadas por quem convive com diabetes. A Apple trabalha há anos em uma solução desse tipo para o Apple Watch, mas o recurso ainda não está pronto para chegar ao consumidor.
Apple prepara medição de glicose sem furar o dedo para futuro Apple Watch
Apple desenvolve medição de glicose sem furar o dedo para o Apple Watch, mas ainda não confirmou o lançamento. Entenda como poderá funcionar.
Informações recentes da indústria voltaram a apontar que a medição não invasiva de glicose poderá aparecer em uma futura geração do relógio, possivelmente entre 2027 e 2029. Essa previsão, porém, não foi confirmada pela Apple e pode mudar de acordo com os resultados dos testes, a capacidade de miniaturizar os sensores e as exigências dos órgãos reguladores.
O Apple Watch Series 12, esperado para o ciclo de lançamentos de 2026, não deve trazer o tão aguardado sensor. A nova geração deverá concentrar as mudanças em processamento, eficiência e aprimoramentos graduais dos recursos de saúde.
Para quem possui diabetes, o ponto mais importante é não confundir pesquisa em desenvolvimento com uma ferramenta médica já disponível. Até agora, nenhum Apple Watch consegue medir a glicose por conta própria, sem um sensor externo.
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Não existe uma data oficial.
A Apple não anunciou um Apple Watch capaz de medir diretamente a glicose no sangue nem confirmou que essa função chegará entre 2027 e 2029.
Essa janela aparece em previsões e relatos de bastidores sobre o desenvolvimento da tecnologia. Como se trata de um projeto complexo, qualquer estimativa deve ser vista com cautela.
A solução pode chegar mais tarde, assumir uma forma limitada ou até passar por novos adiamentos caso não alcance o nível de precisão necessário.
Reportagens sobre o projeto indicam que a companhia continua investindo na medição não invasiva, mas que a tecnologia ainda está a alguns anos de uma possível aplicação comercial.
O Apple Watch Series 12 terá sensor de glicose?
Até o momento, não há evidência confiável de que o Apple Watch Series 12 terá medição não invasiva de glicose.
O relógio esperado para 2026 deve manter uma aparência próxima à das gerações atuais, com mudanças concentradas no componente responsável pelo processamento e em ajustes nos recursos já existentes.
Rumores apontam para a adoção de um novo System in Package, conhecido como SiP. Esse componente reúne processador e outros elementos importantes do relógio em uma única estrutura compacta.
Uma atualização desse tipo pode melhorar:
- o desempenho dos aplicativos;
- a velocidade do sistema;
- o processamento de dados dos sensores;
- a eficiência energética;
- a capacidade de executar futuros recursos de saúde.
Isso não significa, porém, que um processador mais novo seja suficiente para medir glicose. O recurso depende principalmente de um sistema óptico ou espectroscópico capaz de identificar a presença e a concentração da substância através da pele.
O que o Apple Watch mede atualmente?
O Apple Watch Series 11, atual geração divulgada pela fabricante, oferece diferentes ferramentas de saúde e bem-estar, mas não possui medição nativa de glicose.
Entre os recursos presentes na linha estão acompanhamento da frequência cardíaca, eletrocardiograma em mercados compatíveis, monitoramento do sono, registro de sinais vitais e notificações relacionadas a possíveis sinais de hipertensão.
O Apple Watch Ultra 3 também possui ferramentas voltadas a saúde, esportes, segurança e comunicação, mas não realiza sozinho a leitura do açúcar no sangue.
Aplicativos instalados no relógio podem exibir dados recebidos de monitores contínuos de glicose fabricados por outras empresas. Nesse caso, entretanto, não é o Apple Watch que faz a medição.
O relógio apenas apresenta a informação coletada por um sensor aplicado ao corpo.
Por que medir glicose sem furar a pele é tão difícil?
A glicose não é tão simples de identificar pelo pulso quanto a frequência cardíaca.
O sensor de batimentos utiliza luz para observar variações no fluxo de sangue sob a pele. Essas mudanças produzem sinais relativamente claros, que podem ser interpretados por algoritmos.
A concentração de glicose, por outro lado, gera sinais muito menores e pode sofrer interferência de diferentes fatores, como:
- temperatura da pele;
- hidratação;
- suor;
- movimento do braço;
- pressão do relógio sobre o pulso;
- tonalidade e espessura da pele;
- circulação sanguínea;
- alimentação;
- medicamentos;
- diferenças entre organismos.
Essas interferências tornam difícil separar o sinal da glicose de todas as outras informações captadas pelo sensor.
Uma medição aparentemente pequena pode ter consequências importantes. Para uma pessoa que utiliza insulina, um resultado incorreto pode levar à aplicação de uma dose inadequada.
Por isso, o nível de precisão exigido para um dispositivo médico é muito superior ao necessário para uma função de bem-estar, como estimativa de calorias.
Como a tecnologia da Apple poderia funcionar?
Relatos anteriores sobre o projeto indicam que a Apple pesquisa um sistema baseado em espectroscopia óptica.
De forma simplificada, o relógio emitiria determinados comprimentos de onda de luz sobre a pele. Um sensor analisaria como essa luz foi absorvida ou refletida pelos tecidos.
A partir dessas informações, algoritmos tentariam calcular ou estimar a quantidade de glicose presente no organismo.
O desafio é transformar equipamentos experimentais em componentes pequenos o suficiente para caber em um relógio confortável, leve e com bateria adequada.
Além disso, o sistema precisaria funcionar em condições reais. O usuário estaria caminhando, dormindo, praticando exercícios ou enfrentando mudanças de temperatura, e não parado em um laboratório.
O projeto atribuído à Apple, conhecido internamente em reportagens anteriores como E5, teria alcançado uma prova de conceito. Isso significa que a ideia demonstrou viabilidade em determinada fase experimental, não que o produto esteja pronto para venda.
A primeira versão mostrará o valor exato da glicose?
Essa é uma das maiores dúvidas sobre o projeto.
Uma possibilidade é que a primeira geração não apresente leituras exatas em miligramas por decilitro, a unidade mg/dL usada no Brasil.
Em vez disso, o Apple Watch poderia inicialmente identificar tendências e alertar quando o padrão do usuário indicar risco de glicose elevada, queda acentuada ou alterações persistentes.
Essa abordagem seria parecida com outros recursos de saúde que não substituem um exame médico, mas avisam que a pessoa deve procurar avaliação profissional.
Um sistema de tendências pode informar, por exemplo, que os sinais observados ao longo dos dias sugerem mudanças relevantes no controle glicêmico. Ainda assim, não seria suficiente para calcular uma dose de insulina.
A Apple não confirmou qual modelo pretende adotar.
Medir glicose é diferente de detectar risco de diabetes
Sim.
Um relógio pode analisar frequência cardíaca, temperatura, sono, atividade física e outras informações para estimar o risco de uma pessoa apresentar alguma alteração metabólica.
Isso é diferente de medir diretamente sua glicose.
Uma avaliação de risco pode mostrar que determinados sinais merecem investigação médica, mas não informa necessariamente se a glicemia está em 70 mg/dL, 100 mg/dL ou 200 mg/dL.
Outras fabricantes já pesquisam ferramentas que combinam sensores e algoritmos para identificar padrões associados ao diabetes. Algumas soluções oferecem avaliação de risco, mas deixam claro que não substituem exames laboratoriais nem monitores de glicose.
Para o consumidor, essa diferença precisa aparecer de maneira transparente na apresentação do produto.
Por que a medição precisa de aprovação regulatória?
Um recurso usado para diagnosticar, acompanhar ou orientar o tratamento de uma doença pode ser classificado como dispositivo médico.
Isso significa que a fabricante precisa demonstrar que a tecnologia é segura, consistente e suficientemente precisa para o uso anunciado.
Nos Estados Unidos, essa análise envolve a Food and Drug Administration, a FDA. No Brasil, recursos médicos podem depender da avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.
A FDA informou que não havia autorizado relógios ou anéis inteligentes que afirmassem medir ou estimar a glicose por conta própria sem perfurar a pele. A agência alertou que resultados imprecisos podem provocar decisões erradas no tratamento.
A advertência não se aplica aos aplicativos que apenas exibem dados recebidos de monitores contínuos aprovados e conectados ao relógio.
Por que uma leitura incorreta pode ser perigosa?
A glicose muito baixa, condição chamada hipoglicemia, pode provocar tremores, suor, confusão, desmaio, convulsões e outras complicações.
Já níveis muito elevados por períodos prolongados podem indicar descontrole do diabetes e aumentar o risco de problemas em diferentes órgãos.
Uma medição falsa pode levar a duas situações perigosas.
Na primeira, o relógio mostra um valor normal quando a glicose está alterada. A pessoa pode deixar de buscar ajuda ou de tomar uma medida necessária.
Na segunda, o aparelho indica uma alteração inexistente. O usuário pode consumir açúcar ou modificar sua medicação sem necessidade.
A FDA alerta que o uso de dispositivos não autorizados pode provocar erros no controle do diabetes, inclusive na aplicação de medicamentos que reduzem rapidamente a glicose.
Por isso, qualquer futura solução da Apple precisará passar por testes clínicos rigorosos.
Apple Watch já pode mostrar dados de glicose?
Sim, desde que o usuário utilize um sistema compatível que faça a medição.
Existem aplicativos capazes de apresentar no Apple Watch informações coletadas por monitores contínuos de glicose, conhecidos como CGMs.
Esses monitores utilizam um pequeno sensor colocado na pele. Um filamento fica sob a superfície e mede a glicose no líquido intersticial, que envolve as células.
O dado é enviado para um celular, receptor ou relógio compatível.
Aplicativos disponíveis na App Store podem conectar o Apple Watch a sistemas como o FreeStyle Libre. O relógio, nesse caso, funciona como uma tela para os resultados e alertas.
Portanto, visualizar glicose no pulso não significa necessariamente que a medição foi feita pelo próprio relógio.
O recurso acabará com a furada no dedo?
Caso a tecnologia não invasiva alcance precisão clínica, ela poderá reduzir significativamente a necessidade de perfurar o dedo ou aplicar sensores na pele.
Entretanto, é cedo para afirmar que todos os métodos atuais serão substituídos.
Mesmo monitores contínuos aprovados podem exigir confirmação por teste capilar em determinadas situações, especialmente quando:
- os sintomas não combinam com o resultado;
- o sensor apresenta falha;
- há mudanças rápidas na glicose;
- o aparelho recomenda confirmação;
- o profissional de saúde orienta a conferência.
Uma primeira geração do Apple Watch também poderá funcionar apenas como ferramenta de triagem ou acompanhamento de tendências.
Assim, o benefício inicial pode ser alertar o usuário para procurar um exame, e não substituir completamente os métodos médicos existentes.
O recurso será voltado apenas a pessoas com diabetes?
Não necessariamente.
A Apple pode direcionar a tecnologia tanto a pessoas diagnosticadas quanto a usuários interessados em prevenção e acompanhamento metabólico.
Uma medição precisa poderia ajudar:
- pessoas com diabetes tipo 1;
- pacientes com diabetes tipo 2;
- pessoas com pré-diabetes;
- gestantes com recomendação de acompanhamento;
- usuários com histórico familiar;
- profissionais de saúde, com autorização do paciente.
No entanto, a finalidade aprovada dependerá dos testes e da autorização dos órgãos reguladores.
Um recurso liberado apenas para bem-estar não poderá ser apresentado como ferramenta de diagnóstico ou tratamento.
O Apple Watch poderá diagnosticar diabetes?
Um relógio não deverá diagnosticar diabetes sozinho.
O diagnóstico é realizado por profissionais de saúde com base em exames e critérios clínicos. Entre os testes utilizados estão glicemia de jejum, hemoglobina glicada e teste oral de tolerância à glicose.
Mesmo que um futuro Apple Watch identifique padrões suspeitos, a recomendação deverá ser confirmar o resultado em uma unidade de saúde ou laboratório.
A função mais provável seria oferecer informações adicionais para acompanhamento e prevenção.
Quais melhorias são esperadas para o Apple Watch de 2026?
O Apple Watch Series 12 deve seguir a estratégia de atualizações graduais adotada pela Apple.
As principais expectativas envolvem:
- novo processador;
- melhor eficiência;
- processamento mais rápido;
- aperfeiçoamento dos sensores;
- novos algoritmos de saúde;
- integração maior com recursos de inteligência artificial;
- possíveis ajustes de bateria.
Rumores sobre o Series 12 indicam que a medição de glicose permanece improvável para essa geração.
Como a Apple ainda não apresentou oficialmente o aparelho, especificações e nomes de componentes devem ser tratados como informações não confirmadas.
Um redesenho maior pode ficar para 2027
Relatos da indústria apontam que mudanças mais profundas no Apple Watch podem aparecer no ciclo seguinte.
Entre as possibilidades mencionadas estão uma nova estrutura interna, alterações no conjunto de sensores e telas mais eficientes.
Um espaço interno reorganizado seria importante para acomodar componentes adicionais. Sensores de glicose por espectroscopia podem exigir emissores de luz, detectores, processadores e sistemas de calibração.
Mesmo assim, um redesenho em 2027 não confirma automaticamente a presença da medição de açúcar no sangue.
A Apple pode modificar o relógio antes de a tecnologia clínica estar pronta.
O monitoramento reduzirá a bateria?
Esse é outro desafio.
Sensores ópticos, processamento constante e análise de dados consomem energia. Se a medição funcionar continuamente, o relógio precisará equilibrar precisão, frequência das leituras e duração da bateria.
A Apple informa autonomia de até 24 horas de uso normal no Series 11, enquanto o Ultra 3 pode alcançar até 42 horas em condições anunciadas pela fabricante.
Adicionar um sensor complexo sem prejudicar essa autonomia exigirá componentes mais eficientes.
A fabricante também poderá limitar a frequência das leituras ou realizar parte da análise no iPhone para reduzir o consumo.
O usuário deverá comprar um modelo novo?
Provavelmente, caso o recurso dependa de um sensor físico específico.
Atualizações de software conseguem adicionar análises e melhorar algoritmos, mas não criam um componente óptico inexistente.
Se a medição não invasiva exigir novos emissores e detectores, ela deverá ficar limitada às futuras gerações equipadas com esse hardware.
Modelos antigos ainda poderão receber recursos baseados em dados já coletados ou continuar mostrando resultados de sensores externos compatíveis.
Quanto poderá custar um Apple Watch com sensor de glicose?
Não há preço divulgado.
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Uma nova tecnologia médica pode aumentar o custo do aparelho, especialmente nas primeiras gerações.
A Apple também pode adotar estratégias diferentes, como:
- incluir o sensor apenas no modelo Ultra;
- estrear a função em uma versão premium;
- oferecer recursos básicos gratuitamente;
- vincular análises avançadas a serviços digitais;
- lançar a tecnologia gradualmente em alguns países.
Tudo isso permanece no campo das possibilidades.
O preço no Brasil também dependerá do valor internacional, dos impostos, do câmbio e da disponibilidade oficial.
O recurso chegará ao Brasil ao mesmo tempo?
Não há garantia.
Algumas funções de saúde do Apple Watch são lançadas primeiro em determinados países porque dependem de autorizações locais.
Mesmo que um futuro relógio possua o sensor, o software pode permanecer desativado em regiões onde a aprovação ainda não tenha sido concedida.
No Brasil, uma função com finalidade médica poderá precisar passar pela Anvisa antes de ser oferecida aos usuários.
Também poderão existir diferenças entre a versão apresentada internacionalmente e os recursos efetivamente liberados no mercado brasileiro.
É seguro comprar relógios que já prometem medir glicose sem agulha?
É necessário ter muita cautela.
Relógios baratos vendidos na internet podem afirmar que medem glicose, pressão arterial e outras informações sem apresentar estudos, registro sanitário ou explicação sobre o funcionamento.
O consumidor não deve utilizar esses resultados para:
- ajustar insulina;
- interromper medicamentos;
- modificar doses;
- substituir exames;
- decidir se deve procurar atendimento;
- confirmar ou descartar diabetes.
A recomendação da FDA é não utilizar smartwatches ou anéis que aleguem medir glicose por conta própria sem autorização regulatória.
Antes de comprar, é importante verificar se o produto possui registro no órgão competente e qual é exatamente a finalidade aprovada.
O que pessoas com diabetes devem fazer enquanto o recurso não chega?
O tratamento deve continuar seguindo a orientação da equipe de saúde.
As opções atuais incluem:
- medidor capilar com furada no dedo;
- monitor contínuo de glicose;
- exames laboratoriais;
- acompanhamento médico;
- registro da alimentação e das medicações.
O Apple Watch pode ajudar a organizar hábitos, exercícios, sono e dados recebidos de dispositivos compatíveis, mas não substitui o equipamento utilizado para medir glicose.
Quem percebe sintomas de glicose alta ou baixa deve utilizar um método confiável e buscar atendimento quando necessário.
A previsão entre 2027 e 2029 é confiável?
Ela deve ser entendida como estimativa, não como promessa.
O projeto existe há muitos anos e já teria avançado em testes, mas a miniaturização e a precisão continuam sendo obstáculos importantes.
A própria história da medição não invasiva mostra que diferentes empresas conseguiram resultados experimentais sem transformar a tecnologia em um produto médico confiável para uso cotidiano.
Fatores que podem alterar o prazo incluem:
- resultados dos estudos;
- necessidade de novos sensores;
- consumo de bateria;
- tamanho dos componentes;
- diferenças entre usuários;
- aprovação regulatória;
- estratégia comercial da Apple.
Por isso, não é possível garantir que o recurso estreará em 2027, 2028 ou 2029.
O que muda para o consumidor agora?
Nada muda imediatamente.
O Apple Watch disponível atualmente não mede glicose sozinho. Também não existe inscrição, atualização ou acessório oficial da Apple que habilite a função.
Quem já utiliza um monitor contínuo pode verificar se o sistema possui integração com o iPhone ou o Apple Watch.
Os demais consumidores devem aguardar um anúncio oficial e evitar produtos que prometam uma medição médica sem comprovação.
Apple Watch sem agulha ainda é promessa, não produto confirmado
A possibilidade de medir glicose diretamente pelo Apple Watch representa um avanço importante, especialmente para quem precisa acompanhar o açúcar no sangue várias vezes ao dia.
A Apple continua sendo apontada como uma das empresas que mais investem nessa tecnologia. Entretanto, não existe confirmação de que o recurso chegará em 2027, nem garantia de lançamento até 2029.
O Apple Watch Series 12 esperado para 2026 não deve trazer o sensor. A estreia dependerá da capacidade de entregar resultados confiáveis, encaixar o sistema no relógio e obter aprovação para uso médico.
Até lá, nenhuma decisão sobre diabetes deve ser tomada com base em relógios que alegam medir glicose sem possuir validação adequada.
Perguntas frequentes

O Apple Watch já mede glicose?
Não. Nenhum Apple Watch disponível atualmente mede a glicose por conta própria.
O Apple Watch Series 12 terá sensor de glicose?
Não há indicação confiável de que o Series 12 terá esse recurso. A tecnologia ainda está em desenvolvimento.
Quando será lançado o Apple Watch que mede glicose?
A Apple não anunciou uma data. Previsões apontam para uma futura geração entre 2027 e 2029, mas o prazo não está confirmado.
A medição será feita sem furar o dedo?
O objetivo da tecnologia é fazer uma leitura não invasiva, sem furar o dedo e sem colocar um filamento sob a pele.
O relógio mostrará o valor exato da glicose?
Ainda não se sabe. A primeira versão poderá apenas identificar tendências ou emitir alertas de risco.
O Apple Watch pode mostrar dados de um sensor externo?
Sim. Aplicativos compatíveis podem exibir dados recebidos de monitores contínuos de glicose.
Um relógio que mede glicose pode substituir exames?
Não. Mesmo uma futura tecnologia precisará seguir sua finalidade aprovada e não deverá substituir avaliação médica ou exames sem orientação profissional.
Relógios vendidos na internet que prometem medir glicose são seguros?
O consumidor deve evitar aparelhos sem registro e validação. Resultados incorretos podem levar a decisões perigosas sobre medicamentos e alimentação.
O recurso será liberado no Brasil?
Não há confirmação. Uma função médica poderá depender de aprovação da Anvisa antes de ser disponibilizada no país.
Será necessário comprar um Apple Watch novo?
Provavelmente, caso a função dependa de sensores físicos que não existem nos modelos atuais.
INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:
