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Apps de entrega não querem oferecer contratos CLT para motoristas

Embora esses profissionais trabalhem quase exclusivamente para essas empresas, muitas delas se recusam a oferecer contratos CLT. Entenda.

Ana FerreiraPor Ana Ferreira2 min de leitura
Entregador do iFood na moto

Você já parou para pensar nos direitos trabalhistas dos motoristas e entregadores que fazem as entregas dos seus pedidos? Pois é, essa é uma discussão que vem causando muitas controvérsias em relação aos aplicativos de entrega. 

Embora esses profissionais trabalhem quase exclusivamente para essas empresas, muitas delas se recusam a oferecer contratos CLT. Isso tem gerado grandes debates e preocupações em relação aos seus direitos. Afinal, o que será que o futuro reserva para esses trabalhadores e empresas? Essa história promete muitas reviravoltas, e nós vamos acompanhá-la de perto!

Empresas não querem oferecer CLT

Embora esses profissionais trabalhem quase exclusivamente para essas empresas, muitas delas se recusam a oferecer contratos CLT, o que tem gerado uma grande discussão entre as empresas e o governo.

Mas as empresas alegam que a imposição de contratos de CLT inviabiliza seu modelo de negócio, tornando-o insustentável. Em vez disso, elas têm proposto assumir mais deveres em relação aos trabalhadores, como arcar com até 50% das contribuições previdenciárias de seus associados.

No entanto, as negociações com o governo não estão sendo fáceis. O Tribunal Superior do Trabalho tem sido acionado para resolver algumas questões relacionadas ao vínculo empregatício nessa relação trabalhista. As empresas defendem a criação de uma nova categoria de trabalhadores, mas o governo tem sido cauteloso em relação a essa possibilidade.

Qual é a solução para o impasse?

Os entregadores são a peça chave para o sucesso dessas plataformas, porém, muitos continuam trabalhando sem a proteção de um contrato de trabalho formal.

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Enquanto as empresas lutam para manter seu modelo de negócio, milhares de motoristas e entregadores são deixados sem a proteção de um contrato de CLT e sem o suporte dos sindicatos tradicionais. É fundamental que o governo e as empresas trabalhem juntos para encontrar uma solução que garanta os direitos desses profissionais que ajudam a movimentar a economia brasileira.

A criação de uma nova categoria de trabalhadores, pode ser um caminho para resolver a questão, mas é preciso haver garantias de que esses trabalhadores terão os mesmos direitos e benefícios dos demais trabalhadores brasileiros.

Imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil 

Ana Ferreira

Autor

Ana Ferreira

Redatora do Seu Crédito Digital. Estudante de psicologia e serviço social. 23 Anos de idade e moradora de Brasília.

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