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Atualização do Auxílio Brasil: mudanças importantes na migração para o Bolsa Família

O Bolsa Família deve ser oficializado em breve pelo novo governo e retorna com algumas mudanças. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Mãos de um homem guardando notas de 100 reais na carteira

O Bolsa Família retorna neste ano para as famílias em situação de vulnerabilidade econômica e social do país. Substituído pelo Auxílio Brasil nos anos anteriores, o programa deve ser apresentado com uma série de mudanças. 

Ao que tudo indica, a reformulação na estrutura do auxílio deve passar pela aprovação do presidente Lula (PT) neste mês de fevereiro. Caso aconteça como espera o novo governo, o novo Bolsa Família passará a vigorar a partir do mês de março. 

Além das mudanças nos valores do benefício, há a implementação de novas regras e o pagamento de um adicional para determinados brasileiros contemplados pelo principal programa social de distribuição de renda.

Mudanças para o Bolsa Família

O valor do Bolsa Família foi fixado em R$ 600 com adicional de R$ 150 para as famílias com crianças menores de 6 anos de idade, sendo que cada família pode receber até dois adicionais. Assim sendo, alguns beneficiários contarão com até R$ 900 mensais. 

As condicionalidades, que já faziam parte do programa no passado, retornarão e os brasileiros terão que se adequar para garantir a manutenção dos pagamentos mensais. A primeira delas está relacionada com a carteira de vacinação infantil que precisa estar regular. Já a outra diz respeito à frequência satisfatória escolar de jovens e crianças. Por fim, as gestantes precisam realizar acompanhamento médico. 

Alteração nas regras do empréstimo

O empréstimo consignado vinculado ao Auxílio Brasil também passou por alterações. As principais regras foram mudadas pelo atual governo. Confira as principais! 

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  • Redução da taxa limite de juros de 3,5% para 2,5% ao mês;
  • Diminuição no número de prestações de 24 para 6;
  • Comprometimento do valor do benefício com a parcela do empréstimo de 40% para 5%. 

O consignado foi liberado no final do ano passado pelo governo Bolsonaro e foi alvo de diversas críticas pelos altos riscos de endividamento da população de baixa renda. Com o serviço contratado, a parcela do crédito é descontada automaticamente sobre o valor do benefício direto na conta.

Imagem: rafastockbr/shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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