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Auxílio de R$ 1200 será migrado para o Bolsa Família?

Um auxílio permanente no valor de R$ 1200 está sendo analisado pelo governo. Veja quem tem direito e como receber.

Rayanne Quelucci VieiraPor Rayanne Quelucci Vieira2 min de leitura
mulher segura notas de 50 reais

Um auxílio permanente para mulheres solteiras está em análise para ser pago em conjunto com o Bolsa Família. Em 2020, o Governo Federal fez pagamento de duas parcelas do Auxílio Emergencial para essas mulheres chefes de família, o que deu direito ao valor de R$ 1.200.

Qual é o objetivo do Projeto de Lei?

O Projeto de Lei nº 2099/20 visa atender a mulheres que sejam de baixa renda. É importante ressaltar que elas precisam ser as únicas responsáveis pela manutenção da sua família.

Entretanto, existem algumas questões que estão impedindo o benefício de sair do papel, como por exemplo a questão eleitoral, o orçamento e o prazo de andamento dentro do Congresso Nacional. 

O texto já foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, mas ainda é necessário passar pelas comissões de Constituição e de Justiça e Cidadania, Seguridade Social e Família e, por fim, Finanças e Tributação.

Quais as regras do Auxílio para mães chefes de família?

No decreto é divulgado que, se o valor do auxílio permanente for maior que o do Bolsa Família, a beneficiária receberá apenas um dos valores. Isso porque os dois auxílios não podem ser cumulativos e além disso eles ultrapassariam o critério para renda mínima.

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A princípio, ainda não foi informado como será feito o cadastro para receber o auxílio permanente. A proposta determina ainda que, para acessar o benefício, é obrigatório ser mãe solteira e chefe de família. Nesse caso, é preciso cumprir alguns requisitos. São eles: 

  • Ser maior de 18 anos;
  • Não possuir emprego formal;
  • Não receber algum benefício previdenciário, assistencial, seguro-desemprego ou programa de transferência de renda federal;
  • Ter renda individual de até meio salário mínimo (R$ 606) ou renda familiar de até três salários mínimos (R$ 3636);
  • Por último, é preciso estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único).

Imagem: Leonidas Santana / Shutterstock.com

Rayanne Quelucci Vieira

Autor

Rayanne Quelucci Vieira

Rayanne Queluci Vieira é carioca, estudante de Letras. Possui cursos de Ninja SEO e redator Hacker. Atua como estagiária no Seu Crédito Digital, produzindo textos para deixar o leitor muito bem informado sobre o mundo das finanças e economia.

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