O Banco do Brasil (BB) anunciou na última segunda-feira, 15 de maio de 2023, seu balanço financeiro referente ao primeiro trimestre de 2023 (1T2023). O grande destaque do documento ficou por conta do lucro líquido ajustado de R$8,55 bilhões no período.
Banco do Brasil registra lucro de 8,6 bi no 1º trimestre
Banco do Brasil divulgou seu balanço trimestral com destaque para o crescimento de mais de 25% em seu lucro. Saiba mais!
Esse número representou uma alta de 29% na comparação com a mesma etapa em 2022. Todavia, o lucro líquido do BB foi levemente abaixo do que era esperado pelo mercado entre janeiro a março de 2023.
Ainda assim, esse não foi o único resultado que chamou a atenção no balanço trimestral do Banco do Brasil, afinal outros dados apresentados pela instituição pública trazem uma indicação de como foi este início de ano.
Principais destaques no balanço do Banco do Brasil
Conforme apresentado, a alta no lucro líquido do Banco do Brasil foi o grande destaque do período. Inclusive, o documento do grupo indicou que alguns fatores puxaram tal resultado, sendo possível apontar:
- Alta na carteira de crédito;
- Controle da inadimplência;
- Diversificação de receitas;
- Controle de custos.
Inclusive, o BB informou que a carteira de crédito – isso inclui títulos e valores mobiliários, fruto de garantias e ações privadas – ficou em R$1,03 trilhão. Em comparação com o quarto trimestre de 2022, a alta foi de 2,7%. Enquanto, no paralelo dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 16,8%.
O documento Banco do Brasil ainda aponta que as concessões de crédito para empresas lideradas por mulheres tiveram uma alta de 36% no primeiro trimestre deste ano.
Outros indicadores
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Além dos dados apresentados, o Banco do Brasil informou que as provisões ficaram em R$5,86 bilhões. Dessa forma, esse indicador mais do que dobrou ao longo dos últimos 12 meses. Afinal, no 1T2022 o número apresentado foi de R$2,76 bilhões.
Por fim, vale ressaltar que esse aumento das provisões do BB também influenciaram no crescimento do índice de inadimplência em operações vencidas há mais de 90 dias, que passou de 2,51%, no 4T2022, para 2,62% no 1T2023.
Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com
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