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Bancos sugerem nova taxa de juros do consignado do INSS

Instituições financeiras e o Governo Federal precisam entrar em consenso para definir a taxa de juros do consignado do INSS. Veja!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Celular mostrando tela inicial do aplicativo Meu INSS sobre um conjunto de notas de R$ 100

Nesta sexta-feira (24), houve uma reunião entre os bancos públicos e privados e os ministérios da Fazenda e da Previdência. O objetivo foi discutir uma nova taxa de juros para o empréstimo consignado destinado aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

As instituições financeiras se disponibilizaram a baixar a alíquota para entre 1,99% e 2,01%. Os membros do governo defendem um percentual abaixo de 2%. Na próxima semana, uma proposta final será entregue à Casa Civil. 

A situação é essa após o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovar uma redução expressiva na taxa de juros da modalidade de crédito, o que fez com que os principais bancos suspendessem a oferta do serviço. As informações foram divulgadas pela coluna da jornalista Ana Flor, no G1. 

Empréstimo consignado do INSS com taxa reduzida

A CNPS aprovou a diminuição da taxa de juros de 2,14% para 1,7% para o consignado do INSS e de 3,06% para para 2,62% para o cartão de crédito consignado disponibilizado aos aposentados e pensionistas. 

A situação fez com que nomes como Santander, Itaú, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e PagBank cancelassem a modalidade sob a justificativa de impossibilidade de arcar com os custos. Segundo fontes do setor de bancos, isso representa cerca de 95% da oferta do serviço. 

Acordo entre o governo e os bancos

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Diante da realidade, o governo e os bancos do país precisam chegar a um acordo para que a linha de crédito volte a ser disponibilizada aos brasileiros. Por se tratar de um consignado, as condições tendem a ser mais favoráveis do que outras opções. 

Nesse sentido, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o prazo para a conclusão do debate deve se encerrar na próxima terça-feira (28). A alíquota precisa atender as demandas do atual governo Lula e viabilizar a disponibilidade do crédito para as instituições financeiras. 

Imagem: Rafapress / Shutterstock.com

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Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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