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BB começa a simular uso de Drex para funcionários

Banco do Brasil inicia testes internos com Drex, novo sistema de pagamentos, para funcionários. Objetivo é aprimorar a tecnologia antes do lançamento.

Na última semana, o Banco do Brasil deu um grande passo em direção à inovação financeira ao lançar um simulador para operações com o Drex. Esta nova ferramenta, destinada aos colaboradores das áreas de negócios, representa um importante avanço no uso de moedas digitais no país.

O simulador possibilita a simulação de diversas operações, como emissão, resgate e transferência desta nova versão digital do Real. A eficácia deste recurso não só prepara os funcionários para a futura implementação do Drex, mas também garante que o BB mantenha sua posição como líder em inovações no sistema financeiro.

Este avanço ocorre em um momento estratégico, uma vez que a moeda ainda está em sua fase de testes para adoção oficial pelo Banco Central, juntamente com outras instituições selecionadas para o piloto.

Como funciona o simulador de Drex?

Banco do Brasil e programa Desenrola
Imagem: rafapress / Shutterstock.com

Com a plataforma do simulador do Drex, são oferecidos três perfis distintos para operações. Estas incluem transações entre clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas; operações entre contas do próprio Banco do Brasil e de outros bancos; e negociações envolvendo títulos públicos tokenizados.

Após a escolha do perfil, o usuário pode selecionar qual operação deseja realizar, tornando o processo altamente adaptável às necessidades de cada usuário. Conforme explicado pelo diretor de Tecnologia do BB, Rodrigo Mulinari, o Drex opera sob uma modalidade de “moeda de atacado”.

Isso implica que, para realizar operações, os clientes precisarão do auxílio de uma intermediação bancária. Esta medida visa prevenir desintermediações, evitando assim a migração de transações financeiras para fora dos registros bancários tradicionais.

Próximas etapas

Ainda este ano, em julho, o piloto entrará em sua segunda fase, onde novos casos de uso serão explorados. Essa etapa incorporará também ativos que não são regulados pelo Banco Central, mas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), abrindo ainda mais o leque de possibilidades para o uso do Drex no mercado financeiro.

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Essa inovação representa não apenas um avanço tecnológico, mas também um potencial transformador na maneira como os brasileiros interagem com o sistema financeiro. A introdução do Drex poderá facilitar transações, tornando-as mais rápidas e seguras, além de impulsionar a modernização do sistema financeiro.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com