No último domingo (1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomou posse de seu 3º mandato (2023-2026). Dessa forma, já há grande expectativa para que suas promessas de campanha sejam cumpridas.
Bolsa Família: Lula toma atitude que deixa povo na mão
Já no primeiro dia útil do ano, os beneficiários do Bolsa Família receberam um “balde de água fria”. Mas há uma explicação. Veja!
Contudo, já no primeiro dia útil do ano, os beneficiários do Auxílio Brasil, que passará a se chamar Bolsa Família, receberam um “balde de água fria”.
Nesta segunda-feira (2), o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias (PT), afirmou que o valor adicional do Bolsa Família, que contemplará crianças de até 6 anos que integrem famílias beneficiárias, não será pago neste mês.
De acordo com o ministro, é necessário tempo para a implementação da medida.
O que disse Dias?
Em síntese, o adicional de R$ 150 que será pago a famílias que tenham crianças de até 6 anos é cumulativo. Portanto, uma família que tenha duas crianças dentro da faixa etária indicada poderá receber, além dos R$ 600 do Bolsa Família, R$ 300 adicionais, e assim por diante.
A previsão, porém, é de que a parcela adicional de R$ 150 comece a ser paga a partir de março. Veja o que falou o ministro:
“Vamos fazer a avaliação do cadastro em dois tempos. Primeiro para que a gente tenha a segurança dos cadastrados, o que nos permitirá a implementação do acréscimo de R$ 150 por criança até 6 anos. Temos um prazo inicial dado pela decisão do Supremo de 90 dias (para revisão do cadastro). Quero trabalhar com esse prazo que foi dado até o mês de março”, pontuou Wellington Dias.
À vista disso, segundo informações de bastidores, o adicional pode chegar a até R$ 1,2 mil, possibilitando que uma família receba até R$ 1,6 mil. Sem contar com o Vale-Gás Nacional, que é pago apenas a algumas famílias beneficiárias do Bolsa Família.
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Quem poderá integrar o Bolsa Família?
Segundo informações atualizadas da Caixa Econômica Federal, “[…] podem participar do programa as famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que tenham, em sua composição, gestantes, mães que amamentam, crianças, adolescentes e jovens entre 0 e 21 anos incompletos”.
De acordo com o critério da instituição, as famílias em extrema pobreza são aquelas com renda familiar per capita igual ou menor que R$ 105. Já aquelas que se encontram em situação de pobreza possuem renda familiar per capita de R$ 105,01 e R$ 210.
Imagem: Joa Souza / shutterstock.com
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