Segundo reportagem do O Globo, a viagem de Jair Bolsonaro (PL) e seus assessores aos Estados Unidos já custou R$ 432 mil aos cofres públicos. O portal utilizou informações do ‘Portal de Transparência’ para chegar a este valor.
Bolsonaro já custa quase meio milhão mesmo fora da presidência
Morando nos EUA desde o final de dezembro, Jair Bolsonaro já custa quase R$500 mil aos cofres públicos. Saiba mais!
Ainda vale ressaltar que esse custo é apenas relacionado aos assessores do capitão reformado. Além disso, é destacado que o valor é parcial, afinal, o ex-presidente ainda não informou uma data para voltar ao Brasil.
Dessa forma, a tendência é que os custos do governo relacionado aos assessores de Bolsonaro siga aumentando. Vale destacar que, por lei, todo ex-presidente do Brasil tem direito até oito assessores.
Política de assessores para ex-presidentes
Como visto, o ex-presidente da República tem direito a assessores, sendo que os custos e despesas desses profissionais são da presidência da República. Dessa forma, os gastos de quase R$ 500 mil de Bolsonaro são referentes à alimentação, hospedagem e outras despesas.
Contudo, como o ex-presidente ainda está nos EUA, a tendência é que os gastos do Estado aumentem mais, especialmente pela questão da moeda. Além disso, as incertezas acerca do retorno do capitão reformado também geram questionamento sobre o valor.
Por fim, vale destacar que, ainda que seja lei, os custos do Estado com os assessores de Jair Bolsonaro, em apenas dois meses, já superaram o valor que outros ex-presidentes gastaram em anos com esse tipo de direito.
Quando Bolsonaro vai voltar?
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Em meio às incertezas sobre o retorno do capitão reformado, a tendência é que o ex-presidente faça uma visita ao Brasil nos próximos meses. Segundo informações, o político teria que realizar um procedimento médico de correção de alça intestinal.
Dessa forma, a tendência é que Bolsonaro seja encaminhado para o hospital assim que chegar ao Brasil. Em relação à moradia, segundo o senador Flávio Bolsonaro, seu pai pode voltar ao Brasil “amanhã, daqui seis meses ou nunca”.
Imagem: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
