Após os resultados das urnas no segundo turno, o CEO do Grupo Jovem Pan, Roberto Araújo, decidiu gravar um editorial que foi exibido na emissora, em resposta às matérias que falavam sobre a mudança de conteúdo após a derrota do atual presidente, Jair Bolsonaro.
BOMBA: revelado quanto a Jovem Pan faturou com governo Bolsonaro
O Grupo Jovem Pan, tem recebido críticas as quais alegam que a emissora está mudando de lado após o resultado das eleições.
Além das manchetes, outro ponto que chamou a atenção do público foram as demissões em massa de importantes nomes do grupo, como, por exemplo, Augusto Nunes e Guilherme Fiuza, que assumidamente defendiam o governo de Bolsonaro e compactuavam com o discurso da direita.
O posicionamento do CEO
O CEO chamou de ‘mentirosas’ as especulações sobre os motivos de remanejamento da emissora e o desmanche no elenco da televisão. Além disso, também refutou os boatos de que o canal estaria disposto a sofrer mudanças para se aproximar da esquerda do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, com objetivo de obter verbas publicitárias do futuro governo.
De acordo com os dados apresentados, a Jovem Pan ganhou menos com propaganda oficial nos quatro anos de governo Bolsonaro, do que durante a governança de Temer, Dilma e Lula. Entre os anos de 2019 e 2022, o grupo teria recebido cerca de R$ 4 milhões, quase a metade do que recebeu entre 2015 e 2018, quando Dilme Rousseff e Michel Temer estavam no poder.
No fim de sua declaração, Araújo reforçou que o canal continuará defendendo a família, as liberdades individuais, a imprensa livre e independente e o Estado mínimo.
É importante ressaltar que o grupo se envolveu em uma polêmica durante o mês de outubro, onde a emissora alega ter sido censura mediante uma decisão sobre o uso de jargões pejorativos referentes ao presidente eleito, Lula.
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