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Bradesco entra na Justiça contra famoso jogador de futebol

Bradesco pede penhora de R$ 76 mil a atleta do Flamengo. Dívidas com o banco são antigas e o jogador já esteve inadimplente outras vezes.

Fernanda CadavalPor Fernanda Cadaval2 min de leitura
concurso Tribunal de Justiça

O jogador Gerson Santos da Silva, que atua no meio-campo do Flamengo, está devendo para o banco Bradesco. Segundo a instituição financeira, o atleta não cumpriu o acordo entre as partes, assim, o banco entrou na Justiça para solicitar a penhora de bens do Gerson.

A origem da dívida é de três contratos firmados entre o jogador e o banco nos anos de 2017 e 2018, referente a um empréstimo de R$ 100 mil. No entanto, de acordo com informações prestadas à Justiça, o jogador não paga as parcelas desde outubro de 2022.

Entenda o caso envolvendo o jogador e o Bradesco

O jogador Gerson, do Flamengo, teve seus bens penhorados pela Justiça após o Bradesco entrar com ação contra ele pela falta de pagamento de uma dívida. O caso tramita na 4ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O pedido da instituição bancária é para a penhora de R$ 76.809,78 em bens do atleta.

O banco e o jogador estabeleceram um acordo em janeiro de 2021 para tratar as pendências financeiras no valor de R$ 146.657,59.

No entanto, Gerson não cumpriu com o estabelecido e deixou de pagar as parcelas em outubro de 2022. Em junho, o Bradesco já tinha comunicado a falta de pagamento, mas o jogador pagou as parcelas devidas semanas depois. Porém, agora, já são seis meses de atraso no pagamento.

Dívidas no banco são antigas

Em 2021, quando Gerson foi vendido pelo Flamengo para um time francês, em uma transação que custou R$ 150 milhões, as dívidas com o Bradesco já existiam.

Na época, foi divulgado que o meio-campista, após negociações com o banco em setembro de 2019, tinha um saldo a pagar de R$ 92 mil em 24 parcelas de R$ 4.560,10. No entanto, em outubro de 2020, as parcelas deixaram de ser pagas.

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O Bradesco informou que tentou acordos amigáveis para que o contrato fosse cumprido, mas todos falharam. E naquela época o banco também solicitou a penhora dos bens do jogador para que a dívida fosse paga em até três dias.

Caso isso não ocorresse, a conta corrente e outras aplicações seriam bloqueadas. Na ocasião, uma parte do saldo devedor foi pago, no entanto, agora o jogador está novamente inadimplente com o banco.

Imagem: Serhii Yevdokymov / shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Fernanda Cadaval

Autor

Fernanda Cadaval

Me chamo Fernanda Patzdorf Cadaval de Macedo, tenho 34 anos, e tenho formação em Letras- Português e Jornalismo. Ler e escrever estão entre minhas atividades favoritas. E poder ser uma facilitadora na formação de opinião das pessoas através do meu trabalho, é um grande privilégio dado por essa profissão que exerço há mais de 10 anos.

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