No intuito de comemorar o acordo realizado entre o Ministério da Fazenda e o e-commerce Shein, a primeira-dama, Janja da Silva, comemorou o feito nas redes sociais. Dessa forma, a esposa de Lula parabenizou o líder da pasta, Fernando Haddad, ao escrever:
‘Brusinhas e empregos’: Janja comemora grande acordo de Haddad
Este grande acordo poderá empregar cerca de 100 mil brasileiros, além de movimentar a economia produtiva do país. Entenda!
“O Brasil que queremos tem brusinhas e empregos de mãos dadas!”
Vale ressaltar que, por meio desta parceria, 85% das vendas dos produtos comercializados pela plataforma chinesa serão nacionalizados. Sendo assim, serão criadas 100 mil vagas de emprego no Brasil, no período de três anos, além de duas parcerias com fabricantes brasileiros.
Planos da Shein no Brasil
No Brasil, a Shein pretende aplicar um investimento inicial de R$ 750 milhões para focar nos treinamentos de produção têxtil e nos aparatos tecnológicos. Segundo o ministro Fernando Haddad, essa é uma grande oportunidade para que o Brasil seja visto enquanto economia produtiva, não apenas como consumidora da varejista.
“Uma coisa muito importante é que eles vejam o Brasil não só como mercado consumidor, mas como economia de produção”, destacou Haddad, após reunião com representantes da Shein na última quinta-feira (20).
Durante a polêmica envolvendo a taxação sobre os tributos dos produtos internacionais, o CEO da Shein, Yaning Liu, havia dito ao ministro que pretende transformar o Brasil em um “hub” para fabricar e exportar produtos de moda. O anúncio foi feito via carta assinada juntamente com o chairman, Marcelo Claure.
Conformidade com a Receita Federal
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Além da nacionalização das vendas, a Shein visa se adaptar ao plano de conformidade da Receita Federal. Ademais, a plataforma chinesa pretende normalizar as relações com o ministério da Fazenda. No entanto, não há mais detalhes sobre os parâmetros a serem adotados.
“Queremos condições iguais para todo mundo. Desde que o plano de conformidade seja para todos, e será, a Shein admitiu que irá absorver os custos de taxação sem repasse ao consumidor”, destacou Haddad.
Imagem: José Cruz/ Agência Brasil
