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Caixa: Linha de crédito para caminhoneiros já está disponível

Caminhoneiros podem antecipar o valor do frete por meio da linha de crédito Giro Caixa Transporte. Veja como funciona.

João CaldasPor João Caldas··3 min de leitura
linha de crédito para caminhoneiros

Caminhoneiros já podem antecipar o valor do frete por meio da linha de crédito Giro Caixa Transporte. A Caixa Federal Econômica lançou essa modalidade no dia 4 de fevereiro e, de acordo com a instituição, ela deve beneficiar toda a cadeia de transporte rodoviário de carga.

O crédito disponibilizado terá taxa de juros a partir de 1,99% ao mês e o frete é depositado com até 120 dias de antecedência na conta do transportador autônomo.

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Entenda o funcionamento do Giro Caixa Transporte

As transportadoras de cargas que contratam o serviço de frete a prazo podem solicitar o serviço em qualquer agência da Caixa. Para isso, elas devem fazer o pedido ao banco, que liberará o valor à vista na conta do caminhoneiro na forma de crédito em conta da Caixa, incluindo também a Poupança Social Digital e o Caixa Tem.

Os fretes que podem ser antecipados são os registrados nos sistemas das Secretarias Estaduais da Fazenda, com base na emissão da MDF-e (Manifesto Eletrônico Fiscal), documento que é amplamente utilizado pelas empresas do setor. Ele contém informações sobre a carga, o destino e os responsáveis por fazer a entrega.

Como emitir o MDF-e

O Manifesto Eletrônico Fiscal é um documento obrigatório requisitado pela Secretaria da Fazenda e Planejamenrto (SEFAZ), a fim de facilitar a fiscalização do transporte de cargas em território nacional. Veja o passo a passo de como emiti-lo.

  1. Solicitar o credenciamento na Secretaria da Fazenda;
  2. Obter o certificado digital pela ICP Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira);
  3. Ter um sistema emissor de MDF-e;
  4. Cadastrar corretamente a empresa no sistema de MDF-e;
  5. Preencher os dados no documento.

É possível alterar o Manifesto Eletrônico dentro do prazo de 24 horas, após a autorização da Sefaz para emissão do documento. Para isso, a MDF-e deverá ser cancelada no sistema emissor. 

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Logo após, deverá ser emitido um novo documento. Se passar do prazo, o manifesto é encerrado, funcionando como se a entrega tivesse sido concluída.

Até o ano de 2018, foi possível emitir o MDF-e de maneira gratuita, mas essa possibilidade acabou. Agora, as transportadoras têm que recorrer a softwares disponíveis no mercado, o que gera um custo a mais para a companhia.

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Imagem: Aleksandar Malivuk/ Shutterstock.com

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