A cantora sertaneja, Simaria Mendes, acusa o ex-marido, Vicente Escrig, de desviar cerca de R$ 5 milhões de sua conta bancária logo após a conclusão do processo de divórcio.
Segundo a artista, os valores estavam em conta conjunta e, por isso, Vicente teve acesso ao montante. Ao constatar o furto, a cantora se dirigiu até o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) do estado de São Paulo e prestou queixa.
Polícia investiga caso de cantora sertaneja como furto qualificado
Assim, com as informações concedidas por Simaria, a polícia iniciou a investigação do caso como furto qualificado. Cujo inquérito tramita na 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas.
Em síntese, assim que o divórcio do casal foi decretado, Vicente teria desviado algo em torno de R$ 5 milhões das contas conjuntas para uma conta pessoal. Entretanto, esta não é a primeira luta judicial do casal, e sequer o primeiro sinal de fraude financeira.
Problemas judiciais e financeiros já eram constantes
Nesse momento, a cantora sertaneja acusa o ex-marido de desvio milionário, mas não foi a primeira vez que teve problemas com finanças pessoais em relação a Vicente.
Segundo Simaria, ele perdeu 400 mil euros de seu fundo de investimento malsucedido na Espanha. Além disso, suas disputas na Justiça incluem a guarda dos dois filhos, Giovanna (9 anos) e Pawel (6 anos).
Pode ser considerado roubo se era de uma conta conjunta?
Uma conta conjunta se trata de uma conta bancária com mais de um titular. Para um casal, além de ser uma forma de comprovar o relacionamento em termos legais, pode ser uma ferramenta facilitadora na divisão de bens.
Segundo a maior parte das jurisdições aplicadas no Brasil hoje, os valores de uma conta conjunta devem ser divididas em partes iguais entre os titulares.
Contudo, movimentar o dinheiro em prejuízo de outro titular, ou tomar valores indevidos pode ser considerado furto.
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