O uso do cartão de crédito no Brasil não apenas cresceu, mas também se transformou em um dos principais métodos de pagamento do país. Segundo o Banco Central, até o final do último ano, mais de 212 milhões de cartões estavam ativos, uma clara indicação de sua popularidade.
Cartão de crédito: método contribui para aumento do poder de compra dos brasileiro
Saiba mais informações sobre como o cartão de crédito contribui para o poder de compra dos consumidores brasileiros!
Dessa forma, a ferramenta de pagamento, só superada pelo Pix, desempenha um papel crucial no estímulo econômico e na facilitação do acesso a bens e serviços. Continue a leitura para mais informações!
Como o cartão de crédito impacta a economia brasileira?

Em 2023, as transações via cartão movimentaram cerca de R$ 2,4 trilhões. Isso representa 22% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, com 35% dedicados ao consumo das famílias brasileiras. O uso extensivo do cartão de crédito reflete não apenas uma mudança nos hábitos de consumo, mas também destaca o potencial de crescimento futuro deste método de pagamento.
Além disso, a análise interna de empresas como o Nubank revela que um percentual significativo de gastos dos brasileiros em categorias como supermercados e serviços já é feito por meio desta forma de pagamento.
Essa preferência pelo cartão de crédito está alinhada com uma tendência global de reduzir o uso de dinheiro em espécie. Países como Japão, Estados Unidos e Reino Unido já têm taxas mais altas de adoção de cartões de crédito do que o Brasil. Isso sugere uma oportunidade de crescimento para o mercado nacional.
Saiba mais sobre o contexto atual
Um aspecto do mercado de cartões de crédito no Brasil é a menor incidência de juros, quando comparado com outros países. Cerca de 75% das operações de cartão no Brasil não incorrem em juros, proporcionando um uso mais generalizado como meio de pagamento ao invés de crédito propriamente dito.
Isso contrasta fortemente com mercados como o dos Estados Unidos e México, onde a proporção é bem menor. Além disso, recentes regulações têm buscado colocar um controle mais estrito sobre os juros cobrados nas modalidades de rotativo e parcelamento de faturas dos cartões de crédito.
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Por fim, desde janeiro deste ano, uma nova regra limita os juros e encargos a no máximo 100% do valor original da dívida. Logo, a medida visa evitar o superendividamento dos brasileiros.
Imagem: StratfordProductions / Shutterstock.com
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