O sistema tributário brasileiro sempre foi um dos mais complexos do mundo, principalmente quando se trata de impostos sobre o consumo. Com uma verdadeira colcha de retalhos composta por tributos estaduais, municipais e federais, o modelo vigente gerava altos custos de conformidade, insegurança jurídica e obstáculos à competitividade.
A aprovação da reforma tributária inaugura um novo momento: a substituição de cinco tributos por dois — a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). A promessa é de maior simplicidade, previsibilidade e justiça fiscal. Mas como isso funcionará na prática?
