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CEO da FTX escondeu R$ 1,6 bilhão nas Bahamas antes de sua prisão

Conheça a história do CEO da FTX, Sam Bankman-Fried, acusado de esconder, antes da prisão, mais de R$ 1 bilhão em empresa nas Bahamas.

Liliana LuísaPor Liliana Luísa2 min de leitura
Celular mostra logo da corretora de cripto FTX ao lado de criptomoedas sobre notas de dólar

O CEO da corretora de criptomoedas FTX foi preso, nesta segunda-feira (12), após acusação de esconder R$ 1,6 bilhão em uma empresa fantasma nas Bahamas.

Sam Bankman-Fried é fundador da FTX e da Alameda Research, e transita em julgamento pela Justiça das Bahamas por desvio ilegal de verbas para uma empresa chamada Módulo Capital.

Pedido de fiança do CEO da FTX foi negado

A descoberta do fundo ilícito se deu justamente enquanto a corte analisava o pedido de fiança. Sendo assim, o juiz da corte de Bahamas negou a solicitação.

Desde 1994, os Estados Unidos e as Bahamas estabeleceram um acordo de extradição. Neste era possível que os países extraditassem qualquer réu — independente de ser inocente ou culpado.

Contudo, o crime em julgamento precisa ser considerado assim nos dois países. Além disso, também seria necessário que a pena mínima de reclusão fosse superior a 1 ano.

Considerando esse tratado, Sam Bankman-Fried terá uma audiência de extradição em 8 de fevereiro de 2023. Até lá, o CEO da FTX deve permanecer preso no território das Bahamas. A equipe jurídica de Bakman-Fried afirmou que agirá contra qualquer ordem de extradição.

Empresa homônima brasileira causou confusão na análise de informações

No Rio de Janeiro, existe uma financeira chamada Módulo Capital. Enquanto alimentavam as notícias, muitos confundiram a empresa localizada nas Bahamas com a empresa brasileira, achando que se tratavam da mesma entidade.

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“É uma empresa homônima”, esclarece o sócio da Módulo Capital, Alexandre Martins. “Fazemos o processo de KYC de todos os nossos cotistas e nenhum deles é de fora do Brasil”, complementa.

Além disso, Alexandre explicita que os fundos da empresa giram em torno de R$ 300 milhões, um valor bem abaixo da transferência realizada pelo CEO da FTX. Mesmo com os dados transparentes, ele explica que recebeu diversos telefonemas sobre o caso desde quarta-feira (14).

Imagem: Formatoriginal / Shutterstock.com

Liliana Luísa

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Liliana Luísa

Formada em Letras, Liliana é uma profissional com 10 anos de experiência no mercado de trabalho, atuando como revisora e redatora.

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