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Cerca de um terço dos brasileiros da classe alta e média tem intenção de comprar imóveis

Casa própria segue sendo objetivo das classes média e alta. Cerca de um terço destes brasileiros tem intenção de comprar imóveis. Saiba mais

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Pessoa segurando uma maquete de casa em uma mão e passando a chave da casa para outra pessoa

Crise econômica não afetou interesse da classe alta e média pela compra de imóveis. Cerca de 31% destes brasileiros ainda possuem a intenção de fazer negócio em busca de uma casa nova.

A compra de imóveis para os interessados possuem variadas motivações, sendo elas para sair do aluguel, investimento ou aumento do patrimônio.

Classe alta e média quer comprar imóveis

De acordo com dados de pesquisa feita pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) junto a Brain Inteligência Estratégica, a demanda por imóveis segue estável. A estabilidade do setor acontece em meio aos altos juros que tornam os financiamentos mais caros.

Além disso, com os altos índices de inflação, o poder aquisitivo da população sofre, mesmo que entre os mais ricos. No entanto, comprar imóveis ainda é um gasto prioritário na vida dos brasileiros mais endinheirados.

Diante dos números positivos mesmo em um momento desfavorável, a expectativa do setor para 2023 é de recuperação gradual.

Detalhes da pesquisa

O levantamento considera pessoas de classe média a alta. Mesmo diante do interesse pela compra de imóveis se mostrando presente para quase um terço deste público, somente 11% está realmente próximo de conquistar o objetivo. 

A pesquisa em questão foi feita durante o último mês de novembro. Ao todo, foram entrevistadas 1.200 pessoas das cinco regiões do Brasil, com renda superior a R$ 3 mil. 

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Entre os motivos para a busca por um imóvel próprio estão: 

  • mudar de região/localização (7%);
  • ter um novo lar em função de um casamento (7%)
  • morar em um imóvel mais novo (7)%)
  • morar sozinho (10%);
  • mudar para uma residência maior (20%);
  • outros motivos (16%).

Até novembro, o Índice Geral de Preços de Mercado, o IGP-M, também conhecido como “inflação aluguel”  esteve acumulado em 5,90% nos últimos 12 meses. 

Imagem: Poungsaed-Studio / Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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