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Cielo busca acompanhar as mudanças no setor de pagamentos

O BB Investimentos adotou um posicionamento conservador sobre a Cielo

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De acordo com o BB Investimentos, diante das mudanças no setor de pagamentos, a Cielo tem dificuldades de se adaptar. Em suma, a marca é um dos nomes mais importantes do setor. Segundo o BB, a Cielo vai ter que se superar para manter os seus clientes, e absorver uma parcela interessante do mercado de antecipação de recebíveis nesse novo cenário de competição. 

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Cielo busca acompanhar as mudanças no setor de pagamentos

De acordo com o analista Henrique Tomaz, 

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“O mercado de adquirência no Brasil está passando por uma nova transformação por conta do novo sistema de registro de recebíveis, o que intensifica ainda mais a concorrência. Pois possibilita que os comerciantes antecipem as parcelas de suas vendas com qualquer empresa autorizada. E não somente com a empresa que processou o pagamento”.

Dessa forma, para não perder para a concorrência, a Cielo entrou na disputa com o Receba Rápido. Essa solução dá ao comerciante, a chance de ganhar em 2 dias, as vendas parceladas, mediante um desconto. Além disso, assegura para a companhia, o recebimento do volume transacionado sem o risco do cliente antecipar com outras empresas concorrentes. 

Por conta disso, o BB Investimentos adotou um posicionamento mais conservador, com a recomendação neutra, e o preço-alvo de R$ 3,50 ao fim de 2022. De acordo com Tomaz, “Entendemos que a Cielo precisa demonstrar capacidade de reter e conquistar clientes, bem como de absorver parcela significativa do mercado de antecipação de recebíveis no contexto do novo sistema de registro de recebíveis, por isso trabalhamos com premissas conservadoras até que observemos os resultados da companhia neste cenário”.

A Cielo registrou números positivos no 2º trimestre de 2021, na opinião do BB Investimentos. Em suma, a companhia reverteu o prejuízo líquido reportado em igual período de 2020. E assim, lucrou R$ 221,5 milhões. Além disso, a receita líquida da Cielo avançou 14,8% no comparativo anual, e chegou a R$ 2,8 bilhões. Por fim, o EBITDA saltou 145,9%, para R$ 580,8 milhões.

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Imagem: Pavel Kapysh / shutterstock.com

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