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Colecionadores pagam R$ 1.350 por moeda de R$ 1; veja se tem alguma

Avatar de Andreza Araújo Andreza Araújo · · 2 min de leitura
Moeda de R$ 1 real junto com várias outras moedas

Uma simples moeda de R$ 1, emitida pela Casa da Moeda do Brasil em 2015, pode hoje valer quase R$ 1.350. Este fenômeno no mercado numismático surge devido a um erro de fabricação que a torna uma raridade.

Sendo assim, como parte de uma edição comemorativa dos 50 anos do Banco Central, essas moedas contaram com uma tiragem de 50 milhões de unidades, mas nem todas são iguais. Saiba mais informações na sequência!

Por que algumas moedas de R$ 1 são valiosas?

Moeda de R$ 1 real junto com várias outras moedas
Foto: rafastockbr / shutterstock.com

O erro em questão na moeda de R$ 1 está na orientação de seu reverso, que foi cunhado invertido em relação ao padrão usual. Esse tipo de imperfeição aumenta substancialmente o interesse de colecionadores, elevando seu valor a alturas impressionantes.

Ademais, a numismática, que é o estudo ou coleção de moedas e notas, classifica a valorização de uma moeda com base em diversos fatores, que incluem raridade, condição de conservação, erro de fabricação e valor histórico, por exemplo.

Como identificar uma peça rara?

Identificar uma moeda rara, como a de R$ 1, não é apenas questão de sorte, é preciso saber o que procurar. Gire a moeda verticalmente e observe se o lado oposto está invertido. Além disso, fique atento ao detalhamento e a quaisquer desgastes atípicos que possam indicar um erro de cunhagem.

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Aliás, materiais de apoio, como catálogos numismáticos e consultas com especialistas, também são bons recursos na identificação certa. Por fim, uma vez que uma pessoa determina possuir uma moeda rara como as de R$ 1 mencionadas, existem diferentes estratégias para comercializá-las:

  • Utilize redes sociais: grupos de colecionadores no Facebook, Instagram e outras plataformas são ótimos pontos de partida;
  • Lojas especializadas: tanto virtuais quanto físicas, podem facilitar transações seguras;
  • Leilões: participar de leilões pode atrair colecionadores sérios dispostos a pagar um bom preço por sua peça;
  • Plataformas de e-commerce: vender por meio de locais como Mercado Livre e Shopee permite alcançar um público maior.

Foto: rafastockbr / shutterstock.com

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