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Confira AGORA ações que pagam mais que a taxa Selic em 13,75%

Saiba quais são as ações que pagam mais que a taxa Selic e confira quem faz parte do ranking dos últimos 12 meses.

VictóriaPor Victória2 min de leitura
Porquinho rosa ao lado de cédulas e moedas com o escrito "Taxa Selic"

No acumulado dos últimos 12 meses, sete empresas do Ibovespa distribuíram mais dividendos do que o atual patamar da Selic, que se manteve em 13,75%. Esse levantamento é da Economatica/TC, a pedido do Money Times. 

É importante mencionar que o Copom (Comitê de Política Monetária) anunciou que a taxa será mantida em 13,75%, como já era de se esperar. Assim, a reunião para decidir qual seria a porcentagem da taxa básica de juros no Brasil durou dois dias. Vale destacar que a Selic se mantém a mesma desde agosto do ano passado.

Desse modo, você verá, ao longo da matéria, quais são as empresas que fazem parte do ranking de maiores dividendos pagos em 12 meses. 

Sete empresas que mais pagaram dividendos

Veja a seguir quais foram as sete empresas que mais pagaram dividendos nos últimos 12 meses:

  1. Petrobras (PETR4): 71,53%;
  2. Petrobras (PETR3): 63,62%;
  3. Marfrig (MRFG3): 31,97%;
  4. CSN Mineração (CMIN3): 20,47%;
  5. Taesa (TAEE11): 17,76%;
  6. CSN (CSNA3): 16,88%;
  7. Gerdau (GGBR4): 14,17%.

A Petrobras ocupa o topo do ranking mais uma vez, com as ações preferenciais, de 71,53% e os papéis ordinários da estatal com 63,62%. Além da Petrobras, a frigorífica Marfrig também foi destaque no ranking, ocupando a terceira posição. Há, ainda, três companhias do setor de mineração e siderurgia nas demais posições. 

Taxa Selic

Como dito antes, a Taxa Selic é a taxa básica de juros do Brasil, e nesta quarta-feira (22), o Copom comunicou que manterá a porcentagem em 13,75%. 

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Apesar da decisão, Haddad, ministro da Economia, alegou que o relatório do governo apontou um aumento nas receitas e uma queda no déficit para o ano. Ou seja, para o ministro, esse seria mais um motivo para flexibilizar essa taxa. 

Além disso, Haddad disse que considerou o comunicado “preocupante” e alegou que neste momento a “economia está se retraindo” e por isso o comunicado causa preocupações. 

Imagem: rafastockbr / Shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Victória

Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

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